Além disso, as ONGs ressaltam que a intensificação das execuções pode ser interpretada como uma tentativa do governo de silenciar vozes dissidentes e reforçar seu controle sobre a sociedade. Essa estratégia de repressão é vista como uma resposta direta ao aumento das tensões internas e externas que o Irã enfrenta atualmente.
As execuções, em muitos casos, ocorrem sem a devida transparência ou respeito aos direitos legais dos indivíduos, o que levanta um alerta sobre a situação dos direitos humanos no Irã. A luta por justiça e a defesa dos direitos dos prisioneiros continuam a ser um desafio significativo para os ativistas e a comunidade internacional, que clamam por ações concretas para interromper essa onda de violência governamental.