Oscar Schmidt, considerado um dos maiores nomes do basquete brasileiro, faleceu na sexta-feira, 17, em um hospital em Santana de Parnaíba, São Paulo, aos 68 anos. Ele foi levado ao Hospital Santa Ana em estado grave, apresentando uma parada cardiorrespiratória. Apesar do atendimento recebido pela equipe de emergência, não conseguiu resistir.
Durante a tarde, a movimentação em frente ao hospital foi intensa, com a presença de jornalistas e uma estrutura policial montada. Um carro funerário chegou pouco depois das 19h para retirar o corpo de Oscar, em um momento em que a família já havia se retirado do local.
Os familiares informaram que a despedida será feita de forma reservada, sem velório ou cerimônias públicas, respeitando o desejo de um momento íntimo. Nos últimos anos, Oscar enfrentou desafios de saúde, incluindo um câncer no cérebro e problemas cardíacos, mas sempre manteve um espírito positivo.
A carreira de Oscar nas quadras foi encerrada no Flamengo em 2003. Em 2011, ele passou mal durante uma viagem aos Estados Unidos, onde foi diagnosticado com um tumor benigno na cabeça. Após cirurgia, um tumor maligno foi identificado em 2013, levando a um tratamento contínuo.
Em 2016, Oscar enfrentou um episódio de arritmia cardíaca que resultou em internações tanto nos EUA quanto no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Nos últimos dois anos, optou por uma vida mais reservada na Região Metropolitana de São Paulo, dedicando-se à família e à recuperação.
Oscar foi recentemente homenageado pelo Comitê Olímpico Brasileiro, sendo eleito para o Hall da Fama, mas não pôde comparecer à cerimônia, sendo representado por seu filho Felipe.