Falsos agentes do Gaeco são detidos em Curitiba

Suspeitos usaram coletes e armas para invadir residência

Investigação revela ações violentas de grupo que se passou por agentes do Gaeco.

Um homem foi detido pela Polícia Civil do Paraná, em Curitiba, acusado de fazer parte de um grupo que se apresentou como agentes do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). A captura foi realizada em 13 de fevereiro e divulgada em 24 de janeiro de 2026.

Contexto do Crime

A investigação está relacionada ao homicídio de Lucas Joaquim, 27 anos, que ocorreu em novembro do ano anterior na Cidade Industrial de Curitiba. O caso é complexo, envolvendo uma ação violenta por parte de indivíduos armados, que usaram coletes balísticos e balaclavas para invadir a casa de Lucas. Imagens de câmeras de segurança mostram ao menos três homens armados chegando ao imóvel, onde agrediram a vítima e seus amigos antes de sequestrá-los.

O corpo de Lucas foi encontrado horas depois nas proximidades, apresentando sinais de tortura e asfixia, conforme laudos do Instituto Médico-Legal (IML). As evidências indicam que a operação foi meticulosamente planejada, com uma divisão clara de tarefas entre os criminosos, sugerindo uma motivação relacionada à vingança. Lucas havia enfrentado um processo por homicídio em 2020, mas foi absolvido por falta de provas, além de ter um histórico de antecedentes por furto e roubo.

Detalhes da Operação Policial

As autoridades emitiram mandados de prisão preventiva para os envolvidos, resultando na detenção do principal suspeito. O segundo alvo, identificado como Douglas Fernando de Jesus Hartkoff, conhecido como ‘Anão’, permanece foragido. A população é incentivada a enviar informações sobre o paradeiro de Hartkoff de maneira anônima pelo telefone 181.

Consequências e Impactos

Este caso expõe a gravidade da atuação de grupos criminosos que se infiltram em instituições de segurança, como o Gaeco, para cometer crimes. A utilização de táticas que imitam ações policiais não apenas representa um risco à segurança da população, mas também prejudica a credibilidade das forças de segurança pública. As investigações continuam, e a polícia se mobiliza para garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados, destacando a importância da colaboração da comunidade na luta contra o crime organizado.

Conclusão

As prisões dos falsos agentes do Gaeco em Curitiba são um alerta para a sociedade sobre os perigos de grupos criminosos que se disfarçam de forças de segurança. A polícia continua a trabalhar para desmantelar essas organizações e restaurar a confiança da população nas instituições que garantem sua proteção.

Fonte: www.parana.jor.br

PUBLICIDADE

VIDEOS

Relacionadas: