Famoso brasileiro preso no MDC de Nova York é José Maria Marin, ex-presidente da CBF

John Lamparski/NurPhoto via Getty Images

O ex-dirigente esteve detido em um local conhecido por abrigar figuras influentes e suas condições precárias.

José Maria Marin, ex-presidente da CBF, foi um dos famosos que passaram pelo MDC, onde atualmente está Nicolás Maduro.

O Centro de Detenção Metropolitano de Nova York (MDC) é conhecido por abrigar figuras influentes em condições precárias. Recentemente, Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, foi detido neste presídio, que já teve como interno o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin.

Um histórico de detentos famosos

O MDC, frequentemente chamado de “prisão dos famosos”, já recebeu diversos detentos notórios, incluindo:
José Maria Marin – Ex-presidente da CBF, condenado por corrupção no caso Fifagate.
Joaquín “El Chapo” Guzmán – O infame narcotraficante mexicano.
R. Kelly – Rapper condenado por crimes sexuais.
Sean “Diddy” Combs – Condenado por tráfico sexual.
Juan Orlando Hernández – Ex-presidente de Honduras.

Condições do MDC

Apesar de contar com algumas comodidades, como:
Unidade de saúde
Consultório odontológico
Biblioteca

As condições internas do MDC são frequentemente criticadas. Os relatos indicam que os presos permanecem confinados por longos períodos e que a unidade opera com apenas 55% de seu quadro de funcionários. Em 2024, o MDC registrou incidentes de violência extrema, com pelo menos três mortes por esfaqueamento.

A história de José Maria Marin

José Maria Marin foi condenado em 2017 a quatro anos de prisão por crimes de corrupção relacionados ao Fifagate, além de ser obrigado a restituir cerca de US$ 137 mil a entidades como a FIFA e a Conmebol. Após cumprir parte de sua pena, ele foi libertado em 2020 por razões humanitárias, mas faleceu em julho de 2025.

Segurança e vigilância

Recentemente, a segurança externa do MDC foi intensificada, refletindo a notoriedade dos presos que atualmente residem ali. O complexo, que abriga 1.336 detentos, é projetado para manter altos níveis de vigilância e segurança, com câmeras de monitoramento e barricadas de aço.

Embora o MDC tenha sido construído para abrigar presos provisórios, ele também mantém detentos condenados, especialmente aqueles com penas curtas. Em resposta a críticas sobre sua operação, o Departamento de Justiça dos EUA intensificou as investigações sobre as condições do local e as práticas de corrupção entre os funcionários.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: John Lamparski/NurPhoto via Getty Images

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