Fundo de investimento ligado ao Banco Master é sócio de irmãos de Toffoli

m colorida de sede do Banco Master

Investigação revela conexões entre fundo e familiares do ministro do STF

Fundo de investimento associado a fraudes do Banco Master aparece como sócio de empresas ligadas a familiares do ministro Dias Toffoli.

Fundos de investimento e suas conexões com o caso Master

Em 12 de janeiro de 2026, novas informações surgem sobre o envolvimento de um fundo de investimento com laços diretos a fraudes investigadas pelo Banco Central. O fundo Arleen, que está conectado a uma rede de fraudes, figura como sócio de empresas ligadas aos irmãos e primos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

Relação entre o fundo Arleen e a DGEP Empreendimentos

O fundo Arleen não só está associado a fraudes, mas também possui participação na DGEP Empreendimentos, uma incorporadora imobiliária. Essa empresa, localizada na mesma área que o fundo, conta como sócio um primo do ministro Toffoli. Essa conexão levanta questões sobre a integridade das operações e a possível influência da família do ministro em negócios suspeitos.

A teia de fraudes do Banco Master

As investigações sobre o Banco Master revelam uma complexa rede de fundos de investimento. O Arleen é um dos cotistas do RWM Plus, que recebeu investimentos de fundos relacionados ao Maia 95, apontado pelo Banco Central como parte da teia de fraudes. É importante notar que, apesar das ligações, o fundo Arleen não é alvo direto de investigações.

Administração e investigações da Reag

Todos os fundos mencionados são administrados pela Reag, que também gerenciava fundos associados a Daniel Vorcaro, ex-presidente do Banco Master. A Reag está sob investigação na operação Carbono Oculto, acusada de lavar dinheiro para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). As autoridades acreditam que a Reag facilitou o desvio de recursos emprestados pelo Banco Master, tornando a operação ainda mais obscura.

Toffoli e o inquérito sigiloso

O ministro Dias Toffoli, como relator do inquérito que investiga as fraudes do Banco Master, tomou medidas para manter o caso sob sigilo. Ele convocou uma acareação entre os investigados e um diretor do Banco Central, o que gerou críticas em relação à sua imparcialidade. A situação se complica ainda mais com a liquidação extrajudicial do Banco Master, determinada pelo Banco Central em novembro de 2025, no âmbito da investigação sobre emissão e negociação de títulos de crédito falsos.

Implicações para o sistema financeiro

A descoberta dessas conexões entre o fundo Arleen e a família Toffoli traz à tona preocupações sobre a transparência e a ética no sistema financeiro brasileiro. A investigação continua em andamento, com as autoridades buscando esclarecer as profundezas da teia de fraudes e a responsabilidade dos envolvidos. Essa situação poderá ter repercussões significativas não apenas para os envolvidos, mas também para a confiança pública no sistema financeiro nacional.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: m colorida de sede do Banco Master

PUBLICIDADE

VIDEOS

JOCKEY

Relacionadas: