Fundos imobiliários e FI-Infra se destacam com nova legislação tributária

Os rendimentos distribuídos por esses fundos continuam isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas

Nova lei do Imposto de Renda torna fundos imobiliários mais atrativos para investidores em 2026

Nova legislação do Imposto de Renda eleva a atratividade dos fundos imobiliários e FI-Infra para investidores em 2026.

Fundos imobiliários e FI-Infra em destaque com nova lei do Imposto de Renda

Publicado em: 09/01/2026 às 22:52. A nova legislação do Imposto de Renda, sancionada com o Projeto de Lei 1087/2025, trouxe à tona a discussão sobre os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) e os fundos de infraestrutura (FI-Infra). A partir de 2026, os dividendos distribuídos por empresas que superem R$ 50 mil por mês serão tributados em 10%. Isso representa uma mudança significativa para os investidores que dependem de rendimentos recorrentes.

O impacto da tributação nos dividendos

Com a nova legislação, os dividendos pagos com base em lucros a partir de 2026 não estarão mais isentos de imposto, encerrando uma isenção que durou quase 30 anos. Essa mudança afeta diretamente a comparação entre ativos geradores de renda. Os FIIs e os FI-Infra se destacam, pois continuam isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que cumpram os critérios legais.

A nova lógica de investimentos em renda

Os rendimentos dos FIIs e FI-Infra não são considerados na renda global para tributação, o que significa que não aumentam a base de cálculo da nova alíquota adicional. Segundo Vanessa Faleiros, diretora de Operações da Rio Bravo Investimentos, essa mudança faz com que o foco do investidor mude de um desempenho setorial para uma análise da eficiência fiscal dos investimentos. A busca por produtos isentos se intensifica, já que garantem um fluxo mensal líquido maior.

Reorganização das carteiras de investimentos

O ano de 2026 é previsto como um período de reorganização nas carteiras, especialmente para investidores qualificados e grandes patrimônios. A nova tributação sobre dividendos tradicionais pressiona esses investidores a reavaliar suas estratégias. A expectativa é que a disputa entre classes de ativos aumente, com uma migração maior para estruturas que ofereçam previsibilidade de retorno líquido, como os FIIs e FI-Infra.

Conclusão: Uma nova era para os fundos imobiliários

A reforma tributária não apenas altera a forma como os dividendos são tratados, mas também reforça a importância dos FIIs e FI-Infra como ferramentas estratégicas em um ambiente fiscal mais rigoroso. Essa nova abordagem exige que gestores e investidores reavaliem suas carteiras e considerem a eficiência tributária como um fator crucial na hora de investir. Com essas mudanças, a atratividade dos fundos imobiliários e FI-Infra tende a aumentar substancialmente nos próximos anos.

Fonte: brazileconomy.com.br

Fonte: Os rendimentos distribuídos por esses fundos continuam isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas

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