Companhias estavam com negociações congeladas desde junho
A fusão entre as companhias aéreas Gol e Azul foi oficialmente encerrada na quinta-feira (25), após meses de negociações congeladas.
Na quinta-feira (25), o fim da fusão entre Gol e Azul foi anunciado, encerrando negociações que estavam congeladas desde junho. A Abra, controladora da Gol, comunicou a decisão como uma forma de pôr fim às especulações sobre o assunto.
Contexto da fusão
O memorando de entendimentos assinado em janeiro previa a união das companhias em um momento em que a Gol se recuperava financeiramente sob a proteção do Chapter 11 nos EUA. Enquanto isso, a Azul, apesar de dificuldades, apresentava um cenário menos complicado. Ambas as empresas enfrentaram desafios significativos durante a pandemia, resultando em dívidas elevadas.
Reação do mercado
O encerramento das negociações foi recebido positivamente pelo mercado. As ações da Azul subiram 17,1%, alcançando R$ 1,23, enquanto a Gol registrou uma alta de 5,3%, negociadas a R$ 5,95.
Situação financeira das companhias
No segundo trimestre de 2025, a Gol reportou um prejuízo líquido de R$ 1,5 bilhão, embora tenha reduzido suas perdas em 60% em relação ao mesmo período do ano anterior. Por outro lado, a Azul teve um lucro de R$ 1,2 bilhão, contrastando com um prejuízo de R$ 3,5 bilhões no trimestre anterior.
Conclusão
Ambas as companhias decidiram seguir caminhos separados após o fim das negociações, mantendo o foco em suas respectivas operações.
