Protestos organizados por jovens da chamada geração Z têm se multiplicado em diversos países, com as redes sociais funcionando como principal ferramenta de mobilização. O grupo, formado por pessoas nascidas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2010, utiliza plataformas digitais para convocar manifestações e coordenar ações nas ruas.
A articulação online permite que os participantes compartilhem informações rapidamente e organizem atos em diferentes cidades e países. Esse modelo de mobilização tem levado multidões às ruas em uma onda de protestos que atravessa fronteiras.
O movimento é descrito como uma geração em protesto, que combina o uso intensivo da internet com a ocupação do espaço público. As redes sociais aparecem como o elo entre a organização virtual e a presença física dos manifestantes.
A dinâmica desses atos tem chamado atenção pela capacidade de reunir pessoas em pouco tempo, a partir de convocações digitais. Os protestos seguem ocorrendo em várias partes do mundo.