Iniciativa surge após operação que deixou 121 mortos
Governadores de direita anunciaram, em coletiva, a criação do 'Consórcio da Paz' após a operação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro.
Nesta quinta-feira, 30, governadores de direita anunciaram a criação do “Consórcio da Paz” em coletiva de imprensa, que ocorrerá após a megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos na terça-feira, 28. O encontro foi liderado pelo governador do Rio, Cláudio Castro (PL-RJ), em um contexto de crise na segurança pública.
Proposta de consórcio
Castro destacou que a sede do consórcio será no Rio de Janeiro e outros Estados serão convidados a participar da iniciativa. “Faremos um consórcio entre os Estados, no modelo de outros consórcios que existem, para que possamos dividir experiências e soluções no combate ao crime organizado”, afirmou o governador.
Integração e economia
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL-SC), enfatizou que o consórcio permitirá a compra de equipamentos de segurança pública de forma consorciada, reduzindo os preços. Mello mencionou que um regulamento será elaborado para facilitar a união dos governadores, permitindo a troca de contingentes e apoio financeiro.
Apoio e resultados da operação
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), também se manifestou, defendendo a integração das forças e a necessidade de uma ação emergencial. O novo consórcio surge após a operação mais letal da história do Brasil, que resultou em 121 mortos, segundo o governo fluminense, enquanto a Defensoria Pública contabiliza 132 vítimas.