Ação de deportação envolve 170 ativistas de diversos países
Israel deporta Greta Thunberg e outros 170 ativistas, após detenção em operação contra flotilha.
Na segunda-feira (2), Israel deportou Greta Thunberg e 170 ativistas de uma flotilha internacional, que foi impedida de entregar ajuda a Gaza. Os deportados foram enviados para a Grécia e Eslováquia, elevando o total de deportados para 341 entre os 479 detidos. O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que os direitos legais dos participantes foram respeitados, apesar das denúncias de maus-tratos durante a detenção.
Denúncias de maus-tratos
Ativistas que chegaram na Suíça relataram condições desumanas, incluindo privação de sono e violência física durante a detenção. Um porta-voz do ministério israelense negou as alegações, afirmando que todos os detidos tinham acesso a comida e água. Entre os deportados, cidadãos de diversos países, incluindo Suécia, Itália e Estados Unidos, foram identificados.
Reações e alegações
Os ativistas alegaram que foram submetidos a violência física e psicológica, com alguns afirmando que foram amarrados e trancados em gaiolas. A ex-prefeita de Barcelona, Ada Colau, também estava na flotilha e mencionou maus-tratos, ressaltando que a situação dos ativistas é insignificante em comparação com a realidade vivida pelos palestinos. A Embaixada da Suíça em Tel Aviv confirmou que os cidadãos suíços deportados estavam em condições razoáveis de saúde, considerando as circunstâncias.
Conclusão
As deportações geraram controvérsia e discussão sobre os direitos humanos e a situação em Gaza. O caso de Greta Thunberg destaca a tensão entre ativistas e autoridades israelenses, refletindo as complexas questões políticas e sociais na região.