Carlos Daniel Moreira Campos entrega-se à polícia e indica local do corpo de Thais Mendes da Silva
Carlos Daniel Moreira Campos confessou o feminicídio de Thais Mendes da Silva e revelou onde deixou o corpo em Curvelo, Minas Gerais.
O homem confessa feminicídio e entrega-se à polícia em Curvelo, Minas Gerais, após filmar a ex-namorada agonizando. Carlos Daniel Moreira Campos, 24 anos, era considerado foragido até a manhã de segunda-feira (19), quando ligou para as autoridades e indicou onde havia deixado o corpo da vítima, Thais Mendes da Silva.
O desaparecimento e o relato do filho
Thais foi vista pela última vez no domingo (11), quando saiu do trabalho e entrou no carro do ex-companheiro, levando consigo o filho do casal, de apenas 6 anos. A suspeita inicial é que Carlos Daniel tenha levado mãe e criança para sua residência. Dois dias depois, na terça-feira (13), o menino chegou sozinho à casa de familiares maternos utilizando uma moto por aplicativo e contou que presenciou o pai atirando contra a mãe.
Fuga e prisão domiciliar rompida
Até a sexta-feira (16), Carlos Daniel estava em prisão domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica. No entanto, ele rompeu o equipamento e fugiu, passando a condição de foragido. Após o contato com a polícia na manhã do dia 19, o suspeito não resistiu à prisão ao ser abordado pelas equipes.
Evidências e investigação do feminicídio
Além do crime em si, investigações apontam que o suspeito gravou um vídeo da vítima agonizando após o ataque, material que teria sido compartilhado com outras pessoas. A polícia segue analisando essas provas para aprofundar o inquérito, que é tratado como feminicídio.
Contexto e repercussão
O caso mobilizou as autoridades locais e familiares, trazendo à tona a violência contra a mulher na região central de Minas Gerais. As investigações continuam abertas para esclarecer todas as circunstâncias do crime, enquanto novas informações serão divulgadas conforme o avanço do processo.
Este episódio destaca a gravidade da violência doméstica e os desafios no monitoramento de suspeitos em prisão domiciliar. A colaboração do garoto, testemunha ocular dos fatos, foi fundamental para a identificação do agressor e a localização do corpo da vítima.
Fonte: baccinoticias.com.br
