Hugo Motta propõe endurecimento das leis contra o feminicídio

Câmara dos Deputados discute medidas para combater a violência contra mulheres

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defende medidas mais rigorosas contra o feminicídio.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enfatizou a necessidade de endurecer as leis para o enfrentamento do feminicídio e da violência contra as mulheres no Brasil. A declaração ocorreu durante uma cerimônia no Palácio do Planalto, onde autoridades dos três Poderes se reuniram para assinar um pacto nacional focado na redução desses crimes.

Contexto sobre o feminicídio no Brasil

A violência contra a mulher no Brasil atingiu níveis alarmantes, com o país encerrando 2025 com uma média de quatro assassinatos de mulheres por dia. O feminicídio, que é o assassinato de uma mulher por razões de gênero, é um problema social grave que demanda uma resposta efetiva do Estado. Nos últimos anos, diversas iniciativas foram propostas, mas os índices de violência ainda permanecem elevados, mostrando a necessidade urgente de ações mais rigorosas.

Detalhes da proposta de Hugo Motta

Durante o evento, Hugo Motta destacou que o pacto assinado é uma tentativa de articular uma resposta conjunta e permanente entre União, estados e municípios, além de envolver as forças de segurança e garantir a punição imediata dos agressores. Ele mencionou que o combate ao feminicídio não pode ser apenas uma questão de legislação, mas deve também envolver a educação e a conscientização da sociedade. A campanha “Todos Juntos por Todas” foi lançada com o objetivo de convocar a população a se envolver ativamente no combate à violência.

O que vem a seguir?

Motta garantiu que o Congresso Nacional está preparado para agir de forma contundente. Ele citou como exemplo a Paraíba, que implementou a primeira Sala Lilás do país, um espaço dedicado ao atendimento e apoio às mulheres em situação de violência. Essa experiência pode servir de modelo para outras regiões do Brasil. O presidente ressaltou que o enfrentamento à violência deve ser tratado como uma prioridade institucional que não pode esperar, e que medidas duras, mas necessárias, precisam ser adotadas para mudar essa realidade.

Conclusão

A defesa de Hugo Motta por um endurecimento das leis contra o feminicídio reflete uma preocupação crescente com a segurança das mulheres no Brasil. A assinatura do pacto e o lançamento da campanha indicam um movimento importante na luta contra a violência de gênero, exigindo que todos os setores da sociedade se unam para enfrentar esse desafio crítico.

Fonte: www.camara.leg.br

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