Idosa falece após procedimento estético em Curitiba

Uma mulher de 66 anos perdeu a vida em Curitiba após um procedimento estético realizado por um estudante de biomedicina, sem autorização para atuar na profissão. O caso, registrado no início de outubro, está sendo investigado pela Polícia Civil como homicídio doloso e exercício ilegal da medicina. O jovem de 21 anos teria realizado uma lipoenxertia que causou complicações graves, levando a paciente a desenvolver choque séptico e, posteriormente, a morte. Material e medicamentos usados nos procedimentos foram apreendidos pela polícia, e o Conselho Regional de Biomedicina confirmou que o estudante não possuía registro profissional.

Uma idosa de 66 anos morreu em Curitiba após um procedimento estético realizado por um estudante sem autorização para atuar na área. O caso está sob investigação.

Uma mulher de 66 anos faleceu em Curitiba (PR) após passar por um procedimento estético realizado por um estudante de biomedicina, que não possuía autorização para atuar na área. O caso, registrado no início de outubro, está sendo investigado pela Polícia Civil desde a última quarta-feira (8), como homicídio doloso e exercício ilegal da medicina, já que o jovem de 21 anos teria assumido o risco de causar a morte da paciente.

Detalhes do caso

De acordo com as investigações, o estudante realizava atendimentos em clínicas nos bairros Centro, Cabral e Campo Comprido, oferecendo serviços como preenchimento labial e lipo de papada. A vítima teria sido atendida pela primeira vez em maio, quando o suspeito se apresentou falsamente como dentista e biomédico. Durante uma das sessões, ele realizou uma lipoenxertia nas mamas, procedimento que teria causado uma infecção grave, levando a paciente a desenvolver choque séptico e morrer.

Ação da Polícia

Antes do óbito, a mulher precisou passar por uma mastectomia total, devido à gravidade das complicações. Durante uma operação policial, foram apreendidos seringas, medicamentos e materiais usados nos procedimentos, reforçando as suspeitas de que o estudante atuava de forma clandestina. O Conselho Regional de Biomedicina (CRBM) confirmou que ele não tinha registro profissional e denunciou o caso às autoridades.

Consequências legais

Se for condenado por homicídio doloso, o suspeito pode pegar até 30 anos de prisão. O caso segue sob investigação.

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