A influência da mãe de Ed Gein na história do serial killer

A série "Monstros: A História de Ed Gein", lançada pela Netflix, retrata a vida do famoso serial killer e a influência negativa de sua mãe, Augusta Wilhelmine Lehrke. Nascida em 1878, Augusta viveu sob rigorosas crenças religiosas que moldaram a vida de Ed, levando-o a uma existência isolada e problemática. Após a morte de Augusta em 1945, Ed começou a cometer seus crimes, resultando em descobertas macabras em sua casa, como móveis feitos de restos humanos. Ed foi preso em 1957 e considerado mentalmente incapaz, passando o resto de sua vida em instituições psiquiátricas, falecendo em 1984.

A série da Netflix revela a história de Augusta, mãe de Ed Gein, e seus impactos na vida do serial killer.

Na última sexta-feira (3), a Netflix lançou a terceira temporada da série “Monstros”, que retrata a vida de criminosos marcantes dos Estados Unidos. A nova temporada, “Monstro: A História de Ed Gein”, explora a figura central de Augusta Wilhelmine Lehrke, mãe de Ed Gein, que nasceu em 1878 no México e foi uma das oito filhas de imigrantes alemães.

A vida sob rígidas crenças religiosas

A educação de Ed Gein foi profundamente marcada pelas crenças religiosas de Augusta, que acreditava que todos estavam condenados ao inferno. Após se casar e mudar-se para Wisconsin, Augusta teve dois filhos, Henry e Ed, sendo este último criado de forma autoritária, já que ela desejava uma filha e nutria um desprezo profundo pelas mulheres. A família se mudou para Plainfield em 1915, onde Augusta impôs regras severas, restringindo a liberdade dos filhos.

Os crimes de Ed Gein

Após a morte da mãe em 1945, Ed Gein ficou sozinho na fazenda, onde começou a cometer crimes entre 1954 e 1957, incluindo o assassinato de duas mulheres. A polícia encontrou na sua casa móveis feitos de restos humanos, revelando a profundidade de sua psicose. Ed desenterrava cadáveres de mulheres que se pareciam com sua mãe, tentando trazê-la de volta à vida.

A captura e o legado de Ed Gein

Preso em 1957, Ed foi considerado mentalmente incapaz e enviado a um hospital psiquiátrico, onde permaneceu até ser declarado apto a julgamento em 1968. Ele foi condenado pela morte de Bernice Worden, mas o tribunal o classificou como inimputável por insanidade, passando o restante de sua vida em instituições até sua morte em 1984. Os crimes de Ed Gein deixaram uma marca duradoura na cultura popular, inspirando diversos filmes de terror.

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