Intervenções militares marcam o final do ano de Trump

Ben Kothe / The Atlantic

A agenda de intervenções do presidente se intensifica durante o período festivo.

O presidente Donald Trump intensificou as intervenções militares dos EUA durante as festas de fim de ano, desafiando sua própria política de "América Primeiro".

Donald Trump passou as últimas semanas intensificando intervenções militares no exterior, desafiando a doutrina de “América Primeiro” que o elegeu. Durante as festividades de Natal, os EUA bombardearam um porto na Venezuela e realizaram ataques contra militantes do ISIS na Nigéria, levantando questões sobre suas verdadeiras intenções e consequências para a segurança americana.

Contexto das Intervenções

As ações recentes de Trump parecem contradizer seu compromisso anterior de reduzir o envolvimento militar dos EUA em conflitos internacionais. Em vez disso, a administração optou por um aumento nas operações militares, incluindo ataques a instalações nucleares no Irã e uma série de bombardeios em áreas de combate no continente africano. O ataque à Nigéria, por exemplo, foi justificado sob a premissa de proteção a cristãos, embora as condições no terreno sejam complexas e multifacetadas.

Detalhes das Ações Recentes

Venezuela: Em um ataque coordenado, os EUA bombardearam um porto em um esforço para combater o tráfico de drogas, mas também levantaram suspeitas sobre a intenção de derrubar o governo de Nicolás Maduro.
Nigéria: Um ataque aéreo foi realizado em campos de ISIS, com o governo nigeriano afirmando que a ação não tinha relação direta com questões de religião, apesar das alegações de Trump.

  • Irã: A retórica de Trump em relação ao Irã tem se tornado cada vez mais agressiva, com ameaças de ação militar contra o governo em resposta a protestos internos.

Expectativas e Consequências

As estratégias de Trump, que agora incluem intervenções mais frequentes, parecem se distanciar do conceito de “América Primeiro”. A administração está se movendo em uma direção que pode não apenas desestabilizar regiões inteiras, mas também colocar em risco as vidas dos soldados americanos e a segurança nacional.

Essa abordagem mais audaciosa indica que os cidadãos americanos devem se preparar para um novo padrão de envolvimento militar, com possíveis repercussões em larga escala para a política externa dos EUA e relações com outros países. O ano de 2026 promete ser um período de intensas interações militares, que podem moldar o futuro da diplomacia americana e suas alianças globais.

Fonte: www.theatlantic.com

Fonte: Ben Kothe / The Atlantic

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