A investigação visa esclarecer a origem da aeronave e as circunstâncias em que ocorreu a operação. O relator do caso solicitou documentos como a identificação do helicóptero, o plano de voo, registros junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e comprovantes dos custos associados ao deslocamento.
Sandro Alex foi incluído no processo e deverá apresentar sua defesa, assim como o Estado do Paraná. O TCE-PR estabeleceu um prazo de 15 dias para que as partes envolvidas se manifestem sobre a situação.
Um dos principais focos da investigação é determinar se a aeronave utilizada era de propriedade pública, se foi contratada pelo poder público ou se houve algum tipo de custeio, seja direto ou indireto, por parte do Governo do Paraná. Caso sejam encontrados indícios de utilização de recursos públicos para fins eleitorais, o TCE-PR poderá avaliar a ocorrência de desvio de finalidade, uso da máquina pública ou emprego irregular de recursos.
Ainda não há, neste momento, uma conclusão sobre a existência de irregularidades. O processo continua em fase de apuração, e a investigação deve avançar após a apresentação das informações solicitadas pelo TCE-PR.
Se a análise dos documentos indicar que houve utilização de bens ou recursos públicos em atividades eleitorais, as informações poderão ser encaminhadas aos órgãos competentes da Justiça Eleitoral. O Tribunal busca esclarecer aspectos como quem utilizou a aeronave, quem autorizou o voo, quem arcou com os custos e qual era a finalidade da operação.
Este caso surge em um contexto de disputa pelo Governo do Paraná nas eleições de 2026, e a investigação será fundamental para esclarecer os desdobramentos relacionados ao uso da aeronave nas campanhas eleitorais.
Com informações minutofoz.com.br