João Lima e o controle extremo antes das agressões contra Raphaella Brilhante

TV Cabo Branco)

Ex-esposa revela ciúmes excessivo e rotina de medo antes das denúncias de violência doméstica

Raphaella Brilhante expõe controle extremo e ameaças de João Lima antes das agressões físicas que motivaram sua prisão preventiva.

A influenciadora e médica Raphaella Brilhante denunciou publicamente o “controle extremo” exercido pelo cantor João Lima, seu ex-marido, pouco antes das agressões físicas que levaram à prisão preventiva do artista. Em entrevista à TV Cabo Branco, afiliada da Globo, Raphaella detalhou um cotidiano marcado por restrições severas, ciúme excessivo e intimidações que começaram bem antes dos episódios mais graves.

A rotina de medo e controle

Raphaella revelou que João Lima não permitia que ela frequentasse a academia desacompanhada, obrigando-a a estar sempre acompanhada da mãe para seus treinos. Quando ela demorava mais de uma hora, o cantor a submetia a interrogatórios rigorosos e acusações infundadas, configurando um padrão de vigilância e controle que ela inicialmente interpretava como ciúmes, mas que se configurava como abuso psicológico.

Escalada da violência após o casamento

O casamento do casal, ocorrido em novembro de 2025, marcou o início de uma escalada assustadora na violência. A primeira agressão física teria ocorrido apenas cinco dias após a cerimônia. Enquanto a família de Raphaella conhecia João Lima como um homem gentil, sua mãe, Kellyane Brilhante, descreveu um comportamento agressivo e cruel quando estavam “entre quatro paredes”, com episódios de cuspir, bater, enforcar e asfixiar a filha.

Evidências das agressões

No último sábado (24/1), vídeos divulgados mostraram cenas explícitas de agressão, incluindo socos, apertos na mandíbula e tentativas de silenciar Raphaella. As imagens também indicam requintes de crueldade psicológica, como a entrega de uma faca à vítima, intensificando o clima de terror e ameaça. Essas provas documentam a gravidade do caso e fundamentam as medidas legais que resultaram na prisão preventiva de João Lima.

Reflexões sobre violência doméstica

O relato de Raphaella Brilhante evidencia a complexidade das relações abusivas, onde o controle psicológico antecede muitas vezes a violência física. A fachada pública pode esconder um ambiente de medo e submissão, dificultando a percepção do problema por familiares e amigos. A coragem de expor esse tipo de situação é fundamental para combater a violência contra a mulher e mobilizar a sociedade a denunciar e apoiar as vítimas.

Rede de apoio e denúncia

A campanha contra a violência doméstica reforça a importância de canais de denúncia acessíveis para as vítimas. Em casos como o de Raphaella, o apoio da família, amigos e das instituições é vital para a proteção e recuperação. A Central de Atendimento à Mulher pelo Disque 180 é um serviço disponível para receber denúncias e oferecer orientação.

Este caso ressalta a necessidade de conscientização ampla sobre o abuso emocional e físico, incentivando o olhar atento da sociedade sobre sinais de violência que, apesar de muitas vezes ocultos, deixam marcas profundas nas vidas das vítimas.

Fonte: portalleodias.com

Fonte: TV Cabo Branco)

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