Jovem de 22 anos é morto com facão cravado no peito em Portel

Reprodução / Redes Sociais

Homicídio ocorreu após desentendimento na zona rural do Marajó; Polícia Civil investiga o caso

Jovem de 22 anos foi assassinado com facão cravado no peito após discussão na zona rural de Portel, Marajó.

Jovem é assassinado com facão cravado no peito em Portel, Marajó

O jovem João Henrique Baia, de 22 anos, foi vítima de homicídio na noite de terça-feira (13) na zona rural do município de Portel, no arquipélago do Marajó, no Pará. João Henrique foi morto com um golpe de facão durante uma discussão em um imóvel próximo ao porto no rio Jacaré-Puru, afluente do rio Pacajá, enquanto estava reunido com outras pessoas e consumia bebidas alcoólicas.

Contexto do crime e envolvimento do suspeito

A motivação do assassinato teria sido uma suposta brincadeira feita por João Henrique com a esposa do suspeito, identificado apenas como ‘Japão’. Durante o desentendimento, o agressor desferiu um golpe de peixeira – uma faca típica da região usada por pescadores – que ficou cravada no peito da vítima. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o jovem desacordado, ainda com a lâmina presa ao tórax.

Socorro imediato e confirmação do óbito

Moradores da comunidade ribeirinha tentaram agir rapidamente e transportaram João Henrique por barco até o posto de saúde da vila Cocal. Apesar da agilidade no atendimento, a vítima não resistiu e foi confirmada morta pela equipe médica ao chegar à unidade. A faca permaneceu cravada no corpo durante o socorro, um indicativo da gravidade e da violência do ataque.

Investigação policial e busca pelo suspeito

Após o crime, o suspeito fugiu do local, o que mobilizou as autoridades locais. A Polícia Civil de Portel instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do homicídio, buscando reunir provas e testemunhos para esclarecer o ocorrido. A investigação segue em andamento com o objetivo de localizar e prender o responsável pelo assassinato.

Repercussão e impacto na comunidade local

O crime abalou a comunidade ribeirinha da região, que vive da pesca e da convivência próxima entre moradores. A utilização da peixeira, ferramenta comum entre pescadores, como arma do crime evidencia o potencial de violência mesmo em ambientes rurais considerados tranquilos. Autoridades locais reforçam a necessidade de atenção e ações preventivas para evitar novos episódios de violência na região.

Este caso destaca a gravidade dos conflitos interpessoais que podem resultar em tragédias, especialmente em zonas rurais onde o acesso a serviços de segurança e saúde pode ser limitado. A investigação em curso é fundamental para garantir justiça e reforçar a segurança local.

Fonte: baccinoticias.com.br

Fonte: Reprodução / Redes Sociais

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