Senador defende formação contábil entre novos dirigentes da Comissão de Valores Mobiliários
Senador Laércio Oliveira defende que novos dirigentes da CVM tenham formação contábil.
No dia 10 de dezembro de 2025, em um discurso no Plenário, o senador Laércio Oliveira (PP-SE) enfatizou que a nova liderança da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve contar com integrantes com formação contábil. Para ele, essa é uma condição essencial que reflete a pluralidade de competências necessárias para a tomada de decisões adequadas em um órgão tão relevante.
A pluralidade e suas implicações no mercado
Oliveira destacou que a pluralidade de conhecimentos não deve ser encarada como um elemento superficial, mas sim como um pilar fundamental para a construção de um ambiente regulatório eficiente. O senador argumentou que, ao incluir contadores entre os dirigentes, a CVM estaria alinhando suas práticas com as melhores normas internacionais, o que poderia resultar em decisões mais equilibradas e efetivas.
Vigilância no processo de seleção dos nomes
Como vice-presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), Laércio Oliveira afirmou que a Comissão acompanhará de perto o processo de indicação dos novos membros para a CVM. Ele alertou que este é um momento crucial para garantir que a regulação do setor se torne mais robusta e confiável, o que é essencial para atrair investimentos e fortalecer as instituições financeiras no Brasil.
Dialogar com o setor produtivo
O senador também sugeriu que o governo federal intensifique o diálogo com a classe produtiva e com entidades profissionais, como o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), na seleção dos candidatos à CVM. Segundo Oliveira, essa interação pode trazer grande valor ao processo de escolha, assegurando que os indicados possuam as competências necessárias para enfrentar os desafios do mercado.
Conclusão
A defesa de Laércio Oliveira por uma representação contábil na CVM evidencia a necessidade de uma regulação financeira mais efetiva e fundamentada. Seu discurso ressalta a importância de decisões sólidas que não só respeitem as melhores práticas, mas também garantam uma supervisão mais rigorosa do mercado de valores mobiliários, essencial para a saúde econômica do país.
