Piloto da Ferrari revela problemas de estabilidade e perda de desempenho no GP do Catar de F1
Lewis Hamilton detalha os problemas de estabilidade da Ferrari após sprint do GP do Catar, destacando falta de aderência e dificuldades de pilotagem.
Lewis Hamilton aponta falhas graves na aderência da Ferrari durante sprint do GP do Catar
No sprint do GP do Catar de Fórmula 1, realizado no circuito de Losail, Lewis Hamilton destacou os problemas severos que a Ferrari enfrentou no desempenho do carro, especialmente no quesito aderência traseira. O sete vezes campeão explicou que as alterações feitas pela equipe na preparação para o sprint não surtiram o efeito esperado, deixando o carro instável e difícil de controlar.
Hamilton iniciou a corrida largando do pitlane para testar ajustes feitos em cima da hora, baseados em simulações da equipe. Entretanto, ele descreveu a direção do carro como “muito errada e extremamente difícil”, destacando a falta de estabilidade do eixo traseiro. “O carro não está plantado, escorrega e “snapa” muito, além de apresentar saltos em curvas como a curva 10″, relatou.
Impacto dos problemas na pilotagem e na performance da equipe
O piloto britânico detalhou ainda a luta constante para controlar o carro, que variava sua reação entre diferentes níveis de velocidade nas curvas, o que resultava em subesterço no meio das curvas e perda de controle ao tentar corrigir a trajetória. Essas dificuldades deixaram claro que a Ferrari enfrenta um desafio técnico significativo para recuperar competitividade.
Por sua vez, Charles Leclerc, companheiro de equipe, registrou que o carro piorou entre a sessão classificatória e o sprint, agravando as dificuldades. “Eu não tenho ideia de como isso aconteceu, a sensação mudou completamente e estava difícil manter o carro na pista”, afirmou o piloto, que perdeu várias posições já na primeira volta.
Desafios para a classificação e expectativas para o GP
Com ambos os pilotos lidando com um carro instável e com baixa aderência traseira, a Ferrari tem uma tarefa complicada para ajustar o carro a tempo da classificação oficial que ocorre na sequência, visando melhorar o desempenho para o Grande Prêmio do Catar. A equipe busca entender a origem dos problemas para evitar repetir o desempenho decepcionante do sprint.
A situação reforça a pressão crescente sobre a Ferrari na temporada atual, diante da concorrência acirrada e da necessidade de recuperação rápida para disputar posições de destaque no campeonato de Fórmula 1.
Fonte: www.motorsport.com
Fonte: s via Getty Images