Lula afirma que respeitará a vontade popular em eleições de 2026, mesmo em eventual derrota

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfatizou a importância do respeito à democracia em meio à acirrada disputa eleitoral de 2026. Em entrevista à revista alemã Der Spiegel, ele comentou sobre o crescimento de Flávio Bolsonaro (PL), que o superou nas recentes simulações de segundo turno realizadas pelos institutos Datafolha e Quaest.

Lula destacou que a vontade do povo, independentemente de sua orientação política, deve ser aceita sem questionamentos. Apesar de não confirmar sua candidatura à reeleição de forma definitiva, o presidente afastou rumores sobre sua fragilidade política, preparando-SE para as convenções partidárias.

Com 80 anos, Lula manifestou confiança em sua saúde, mencionando planos de viver até os 120 anos. Ele assegurou que não haverá retrocessos autoritários no Brasil, afirmando que não há espaço para a extrema direita no país, que SE baseia na disseminação do ódio ao invés de propostas concretas.

Na esfera da diplomacia, Lula criticou diretamente a atual administração da Casa Branca. Ele afirmou que Donald Trump “não foi eleito imperador do mundo” e repudiou a constante ameaça de conflitos armados que emana do líder americano.

O presidente brasileiro enfatizou que a relação entre os dois deve ser pautada por negociações pragmáticas, exigindo que Trump respeite a soberania do Brasil e os interesses de sua população.

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