A reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, realizada na Casa Branca, teve início às 12h, no horário de Brasília, e se estendeu até aproximadamente 13h45. Ambas as comitivas agora participam de um almoço, enquanto a imprensa aguarda atualizações sobre o encontro.
Em uma decisão incomum, Lula solicitou que todos os membros de sua equipe, mesmo aqueles que dominam o inglês, se comunicassem em português durante a reunião. O encontro contou com a presença de intérpretes para facilitar a comunicação entre as partes.
Informações vindas de dentro da reunião indicam que a conversa entre Lula e Trump foi produtiva, com o presidente dos Estados Unidos demonstrando atenção às discussões. Enquanto isso, repórteres aguardam autorização para entrar no Salão Oval, onde o encontro ocorreu, e são orientados pela equipe da Casa Branca a se acomodarem, conforme relatado pela correspondente da Globo em Washington.
O atraso na agenda foi notável, uma vez que as declarações de ambos os presidentes à imprensa estavam programadas para às 12h15, mas já se passava de quase uma hora. Um representante do governo brasileiro confirmou que o pedido de Lula para uma reunião a portas fechadas foi o motivo do adiamento.
A expectativa em torno da reunião é alta, com a imprensa americana especulando sobre os assuntos abordados. O jornal "The New York Times" mencionou a natureza do encontro, destacando que os dois líderes devem discutir temas econômicos e de segurança. Desde a volta de Trump à Casa Branca, os encontros entre ele e Lula têm sido limitados, mas significativos, com apenas duas reuniões em mais de um ano.
Lula chegou aos Estados Unidos nas últimas horas, acompanhado de uma guarda de honra, e sua recepção na Casa Branca marca um momento importante nas relações entre Brasil e EUA. O encontro é uma oportunidade para os presidentes abordarem questões que impactam ambos os países, em um momento de forte interesse mútuo.