Até 2026, o impacto financeiro global de crimes cibernéticos atingirá US$ 10,5 trilhões por ano

Ataques cibernéticos deixaram de ser uma ameaça distante e passaram a fazer parte da rotina das empresas. Tentativas de invasão, sequestro de dados, fraudes digitais e interrupções de sistemas acontecem diariamente, muitas vezes sem que o mercado perceba. Segundo o IBM Security X-Force Threat Intelligence Index 2025, mais de 40% das empresas relataram tentativas de invasão ou incidentes de segurança nos últimos 12 meses. Já um estudo da Cybersecurity Ventures indica que, até 2026, o impacto financeiro global dos crimes cibernéticos deve alcançar US$10,5 trilhões por ano.
Na prática, isso significa que nenhuma organização está fora do radar. Empresas de médio e grande porte, especialmente aquelas com operações digitais, ambientes em nuvem e dados sensíveis, estão entre os principais alvos. “O que mudou nos últimos anos é a frequência e a sofisticação dos ataques. Eles não acontecem mais de forma pontual, mas de maneira constante, automática e silenciosa”, explica o CEO da Sauk Tecnologia, empresa especializada em infraestrutura crítica, nuvem privada corporativa e ambientes hiperconvergentes, João Guilherme Cardoso de Mello. Dados do Relatório Global de Ameaças 2025 da CrowdStrike mostram que ameaças sofisticadas, como engenharia social, cresceram 442% e 79% das detecções em 2024 foram livres de malware, tornando mais difícil identificar ataques tradicionais
Segundo o executivo, muitos ataques não chegam a se tornar públicos porque são frustrados antes de causar danos, graças a estruturas de monitoramento e prevenção contínua. “Hoje, as empresas sofrem tentativas de ataque todos os dias. A diferença está em ter ou não um time preparado para identificar essas movimentações em tempo real e agir antes que o problema apareça”, afirma.Segundo o Global Threat Landscape Report, publicado em 2025 pela Fortinet, ataques automatizados alcançaram a marca de 36.000 scans por segundo globalmente, impulsionados por automação e IA
Na Sauk Tecnologia, a segurança não é tratada como um serviço complementar, mas como parte central da operação. A empresa mantém um departamento dedicado exclusivamente à prevenção, monitoramento e resposta a incidentes, funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. Mais de 30% dos colaboradores atuam diretamente em áreas ligadas à segurança, acompanhando quedas de sistemas, comportamentos suspeitos e possíveis tentativas de invasão nos ambientes dos clientes. “Segurança não pode ser reativa. Esperar o ataque acontecer para agir costuma sair caro, tanto financeiramente quanto em reputação. O papel de uma empresa de tecnologia hoje é antecipar riscos, não apenas apagar incêndios”, destaca Mello.
Como escolher uma empresa de segurança
Com o aumento das ameaças, cresce também a oferta de soluções no mercado. Para o CEO da Sauk, é fundamental que as empresas avaliem mais do que ferramentas. “Não basta contratar tecnologia. É preciso olhar para a capacidade técnica do time, para o histórico da empresa e para o quanto ela está atualizada em relação às novas formas de ataque. Segurança é dinâmica. Quem não evolui, fica vulnerável”, diz.
Nesse movimento de atualização constante, a Sauk vem fortalecendo seu ecossistema de parceiros em cibersegurança, trabalhando com tecnologias globais reconhecidas e soluções complementares. Entre os parceiros estão a Crowdstrike e Fortinet e, mais recentemente, a Zscaler, líder global em segurança na nuvem. A ampliação do portfólio fortalece a atuação da empresa em ambientes corporativos complexos e distribuídos, integrando prevenção, controle de acesso e visibilidade dos dados.. “A parceria reforça algo que sempre defendemos: segurança precisa nascer da arquitetura e acompanhar o crescimento do negócio. Não é um produto isolado, é uma estratégia contínua”, afirma o executivo.
Com sede em Curitiba e atuação nacional, a Sauk Tecnologia atua há mais de 20 anos em projetos de infraestrutura crítica, nuvem privada corporativa e segurança avançada. Para Mello, o cenário atual deixa um recado claro para o mercado: investir em segurança deixou de ser opcional. “Empresas que tratam segurança como custo correm riscos desnecessários. As que enxergam como estratégia ganham previsibilidade, continuidade operacional e confiança”, conclui.