Ministra do Meio Ambiente pode se filiar ao PT, PSB ou Psol para concorrer ao Senado
Marina Silva está se preparando para deixar a Rede Sustentabilidade e considera se filiar a novos partidos para as eleições de 2026.
Marina Silva deixa a Rede Sustentabilidade e está avaliando novas opções partidárias para concorrer ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas se despede do partido, com o qual teve conflitos internos, e considera se filiar ao PT, ao PSB ou ao Psol.
Conflitos internos e a saída de Marina da Rede
De acordo com fontes, a relação de Marina com a Rede se deteriorou nos últimos meses, especialmente após um manifesto que criticou a direção nacional do partido. O documento destaca uma “perseguição interna” à ministra e denuncia mudanças que, segundo os críticos, centralizam o poder na Executiva Nacional e fragilizam a democracia interna.
Possíveis novos caminhos: PT, PSB e Psol
Marina Silva está considerando a possibilidade de se unir a partidos como o PT, ligado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou ao PSB, de Tabata Amaral, além do Psol, do ministro Guilherme Boulos. Esses partidos são vistos como opções viáveis para sua candidatura ao Senado, dado o apoio que podem oferecer. Embora a decisão ainda não esteja confirmada, interlocutores afirmam que a ministra deve fazer sua escolha até abril, quando inicia o período de descompatibilidade eleitoral.
O cenário político e a candidatura ao Senado
A situação política em torno da candidatura de Marina é complexa, considerando que ela já foi eleita para a Câmara dos Deputados em 2022, mas deixou o cargo para assumir o Ministério do Meio Ambiente. A expectativa é de que a ministra continue a apoiar o governo petista, independentemente de sua decisão sobre a candidatura. No entanto, aliados acreditam que uma nova candidatura pela Rede não teria o apoio necessário para se viabilizar.
Desafios e expectativas para o futuro
Enquanto a ministra pondera suas opções, o cenário eleitoral do PT permanece incerto, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressando publicamente seu desinteresse em concorrer a cargos nas próximas eleições. Essa situação pode influenciar a decisão de Lula em relação a Marina e sua possível candidatura ao Senado. O futuro político de Marina Silva, portanto, depende de uma série de fatores, incluindo os desdobramentos da sua relação com a Rede e as movimentações nos outros partidos.
Conclusão
A saída de Marina Silva da Rede Sustentabilidade representa não apenas um descontentamento com questões internas do partido, mas também uma busca por novas oportunidades políticas. A ministra, que tem um histórico de luta pela sustentabilidade e direitos humanos, agora enfrenta um momento decisivo em sua trajetória política, que pode moldar seu futuro e o de seu partido na arena eleitoral de 2026.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Leonardo Hladczuk/Metrópoles @hldczk
