Ministra do governo Lula planeja mudança partidária e candidatura pelo estado de São Paulo
Marina Silva, ministra no governo Lula, deve deixar a Rede Sustentabilidade e se filiar ao PSB para disputar uma vaga no Senado por São Paulo.
A ministra Marina Silva, integrante do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, deverá deixar a Rede Sustentabilidade, partido do qual foi uma das fundadoras e principal liderança. A decisão vem após perder o comando da sigla e indica um reposicionamento estratégico em sua carreira política.
Mudança partidária e nova candidatura
Marina Silva planeja filiar-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda à qual pertence o vice-presidente Geraldo Alckmin. Segundo fontes políticas, a intenção é disputar uma cadeira no Senado Federal, representando o estado de São Paulo, nas próximas eleições. Essa movimentação sinaliza uma mudança significativa em sua trajetória, até então vinculada fortemente à Rede Sustentabilidade.
Avaliação da gestão ambiental
Durante sua gestão no Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva enfrentou críticas crescentes. Dados oficiais indicam que o desmatamento na Amazônia aumentou no período em que esteve à frente da pasta, um resultado que gerou debates sobre a efetividade das políticas adotadas. Paralelamente, sua postura crítica ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que governou com forte agenda ambiental controversa, foi interpretada por alguns setores como uma estratégia política mais do que uma ação concreta.
Repercussões na Rede Sustentabilidade
No Paraná, onde a Rede Sustentabilidade possui militantes ativos e engajados, a notícia da possível saída de Marina Silva causou desapontamento. Muitos colaboradores dedicaram-se intensamente às campanhas e às ideias da ministra, e agora enfrentam uma sensação de perda e incerteza sobre o futuro do partido.
Contexto político e expectativas
A movimentação de Marina Silva para o PSB também pode ser vista como parte de um realinhamento no espectro político brasileiro, especialmente no campo da centro-esquerda. A sua candidatura ao Senado por São Paulo adiciona competitividade à disputa local e nacional, tendo em vista sua notoriedade e histórico político.
A decisão final sobre a filiação e a candidatura ainda não foi oficialmente confirmada, mas as conversas indicam que a transição deve ocorrer nos próximos meses, consolidando a nova fase da carreira da ministra no cenário político brasileiro.
Fonte: blogdotupan.com.br
Fonte: Agência Brasil)
