A produção é estimulada pela escuridão e inibida pela luz, especialmente a luz azul emitida por telas, o que explica por que seus níveis aumentam à noite, sinalizando ao corpo que é hora de dormir
A melatonina ganhou grande visibilidade desde que passou a ser vendida em farmácias no Brasil, sendo frequentemente associada apenas ao tratamento da insônia. No entanto, é fundamental esclarecer que a melatonina não é um sedativo, e sim um hormônio natural produzido pela glândula pineal, com papel central na regulação do ritmo biológico do organismo. Sua produção é estimulada pela escuridão e inibida pela luz, especialmente a luz azul emitida por telas, o que explica por que seus níveis aumentam à noite, sinalizando ao corpo que é hora de dormir, e diminuem durante o dia, favorecendo o estado de alerta. Além de regular o sono, a melatonina é responsável por sincronizar o ciclo circadiano, coordenando funções essenciais como metabolismo, imunidade e atividade cerebral.
Muito além do sono, a melatonina exerce ações importantes em diversos sistemas do corpo. Ela atua como um potente antioxidante, combatendo radicais livres e protegendo o cérebro contra o envelhecimento precoce; modula a resposta imunológica, auxiliando no controle de processos inflamatórios; participa da regulação metabólica, influenciando o controle da glicose e dos lipídios, com impacto positivo na prevenção do diabetes tipo 2; contribui para a saúde cardiovascular, ajudando na regulação da pressão arterial e na proteção dos vasos sanguíneos; e também desempenha papel relevante na saúde da pele, protegendo contra os danos da radiação ultravioleta e auxiliando na prevenção do envelhecimento cutâneo e de condições inflamatórias, como dermatites.
A produção natural adequada de melatonina é essencial para a saúde global. Fatores como exposição excessiva à luz artificial à noite, estresse crônico, sono irregular e hábitos de vida inadequados podem comprometer sua síntese, favorecendo distúrbios do sono, fadiga persistente, alterações cognitivas e aumento do risco de doenças metabólicas, cardiovasculares e neurodegenerativas. Em alguns casos, a suplementação de melatonina pode ser indicada, como em situações de insônia, jet lag, trabalho em turnos ou distúrbios do ritmo circadiano, mas seu uso deve ser sempre individualizado e acompanhado por um profissional de saúde. Mais importante do que suplementar é orientar o paciente sobre higiene do sono, exposição adequada à luz natural durante o dia, redução do uso de telas à noite e adoção de rotinas saudáveis que favoreçam a produção natural do hormônio.
A melatonina é, portanto, uma peça-chave para o equilíbrio do organismo e para a prevenção de doenças, atuando muito além do sono. Para os profissionais de saúde, compreender suas múltiplas funções e orientar os pacientes sobre como proteger e potencializar sua produção é fundamental para uma abordagem mais preventiva, integrativa e alinhada ao ritmo natural do corpo.”
Muito além do sono, a melatonina exerce ações importantes em diversos sistemas do corpo. Ela atua como um potente antioxidante, combatendo radicais livres e protegendo o cérebro contra o envelhecimento precoce; modula a resposta imunológica, auxiliando no controle de processos inflamatórios; participa da regulação metabólica, influenciando o controle da glicose e dos lipídios, com impacto positivo na prevenção do diabetes tipo 2; contribui para a saúde cardiovascular, ajudando na regulação da pressão arterial e na proteção dos vasos sanguíneos; e também desempenha papel relevante na saúde da pele, protegendo contra os danos da radiação ultravioleta e auxiliando na prevenção do envelhecimento cutâneo e de condições inflamatórias, como dermatites.
A produção natural adequada de melatonina é essencial para a saúde global. Fatores como exposição excessiva à luz artificial à noite, estresse crônico, sono irregular e hábitos de vida inadequados podem comprometer sua síntese, favorecendo distúrbios do sono, fadiga persistente, alterações cognitivas e aumento do risco de doenças metabólicas, cardiovasculares e neurodegenerativas. Em alguns casos, a suplementação de melatonina pode ser indicada, como em situações de insônia, jet lag, trabalho em turnos ou distúrbios do ritmo circadiano, mas seu uso deve ser sempre individualizado e acompanhado por um profissional de saúde. Mais importante do que suplementar é orientar o paciente sobre higiene do sono, exposição adequada à luz natural durante o dia, redução do uso de telas à noite e adoção de rotinas saudáveis que favoreçam a produção natural do hormônio.
A melatonina é, portanto, uma peça-chave para o equilíbrio do organismo e para a prevenção de doenças, atuando muito além do sono. Para os profissionais de saúde, compreender suas múltiplas funções e orientar os pacientes sobre como proteger e potencializar sua produção é fundamental para uma abordagem mais preventiva, integrativa e alinhada ao ritmo natural do corpo.”

Fonte e foto: Assessoria de Imprensa.
