Mulher que abusou de pelo menos 5 meninos de escola fundamental tem julgamento marcado

Em um caso que chocou os EUA e reacendeu alertas sobre perigos da internet para crianças, Alyssa Ann Zinger, de Tampa (Flórida), enfrenta acusações gravíssimas de crimes sexuais contra menores. A jovem de 25 anos (nascida em 15 de janeiro de 2001) está presa sem fiança desde 2024, aguardando julgamento marcado para 26 de maio de 2026.

De acordo com a promotoria e a polícia de Tampa:

  • Alyssa criava perfis falsos no Snapchat (e possivelmente TikTok) se passando por uma garota de 14 anos educada em casa (homeschooled).
  • Usava essa identidade para se aproximar de meninos entre 12 e 15 anos de idade, muitos alunos de ensino fundamental/médio.
  • Com pelo menos uma das vítimas, teria mantido mais de 30 atos sexuais ao longo de meses.
  • No total, são cinco vítimas confirmadas pela investigação, que começou em 2023 e ganhou novas acusações em abril de 2024.
  • Ela responde por múltiplas felonias pesadas, incluindo abuso sexual, posse e transmissão de pornografia infantil.

A primeira prisão aconteceu em novembro de 2023, quando ela tinha 22 anos. Após ser liberada temporariamente, foi presa novamente em 2024 com mais vítimas identificadas. As autoridades conseguiram provar que ela era adulta analisando registros escolares, emprego e outros documentos.

Mas o que mais gerou polêmica foi a defesa do pai.

Josh Zinger, pai de Alyssa, concedeu entrevistas explosivas ao New York Post e Fox News em janeiro de 2026, afirmando que a filha é “mentalmente defeituosa” e, na verdade, a verdadeira vítima:

  • Ele descreve que Alyssa cresceu em um “bom lar cristão” em subúrbio de Tampa, mas sofreu desde criança com ADHD, ADD, TOC, síndrome de Tourette, anorexia e outros transtornos.
  • Afirma que ela já passou por 10 a 12 psicólogos e psiquiatras.
  • Revelou que ela fez um teste de QI e obteve 72 pontos (bem abaixo da média de 100).
  • Argumentou: “Se alguém é mentalmente defeituoso e tem relação sexual com outra pessoa, independentemente da idade, é ilegal ter sexo com uma pessoa mentalmente defeituosa. Na verdade, ela é a vítima.”

O caso viralizou nas redes sociais, gerando debates intensos sobre segurança de menores na internet, responsabilidade parental e o uso de transtornos mentais como defesa em crimes sexuais. Enquanto a promotoria vê um padrão claro de abuso premeditado, a família insiste que Alyssa precisa de ajuda psiquiátrica, não de prisão perpétua.

Lembre-se: todas as acusações são alegações até que haja julgamento final. Mas o caso já serve de alerta urgente para pais monitorarem o uso de redes sociais por crianças e adolescentes.

Fontes principais: Tampa Police Department, New York Post (jan/2026), Fox News (jan/2026), relatórios judiciais públicos.

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