Ney Matogrosso anima festival com clássicos emblemáticos

Lucas Leawry/Divulgação

No Festival de Verão de Salvador 2026, Ney Matogrosso revive sucessos e emociona público aos 84 anos

Ney Matogrosso anima festival em Salvador com clássicos como "Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua" e homenagens a ícones da música brasileira.

O cantor Ney Matogrosso subiu ao palco do Festival de Verão de Salvador 2026 como a segunda atração da noite, proporcionando uma apresentação que empolgou e emocionou o público presente. Aos 84 anos, o artista reafirmou sua relevância e energia com um repertório que mesclou seus maiores sucessos e interpretações marcantes da música brasileira.

Ney Matogrosso e o resgate dos clássicos

A abertura do show foi feita com “Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua”, música que traz à tona a memória dos antigos carnavais e incorpora uma crítica sutil contra repressões sociais. A escolha reforça o papel de Ney como um artista que dialoga com o presente através da história e da cultura popular.

Em seguida, Ney entregou sua interpretação para “Jardins da Babilônia”, sucesso eternizado por Rita Lee, demonstrando sua capacidade de revisitar outros ícones da música nacional com autenticidade e respeito.

Um repertório que atravessa gerações

Além das canções mencionadas, a performance contou com “Pavão Misterioso”, um dos hinos mais conhecidos do cantor, além de músicas de outros grandes nomes da MPB, como “A Maçã”, de Raul Seixas, e “Iolanda”, de Chico Buarque e Simone. Esse repertório diversificado evidencia a versatilidade e o ecletismo de Ney Matogrosso, que consegue conectar diferentes gerações e estilos.

A reação do público e a importância do Festival de Verão

A receptividade do público foi calorosa, com muitos momentos de ovacionamento. O Festival de Verão de Salvador, conhecido por reunir grandes artistas nacionais e internacionais, serviu como palco para que Ney Matogrosso reafirmasse sua posição como um dos maiores nomes da música brasileira, mesmo após tantas décadas de carreira.

Reflexões sobre longevidade e arte

A performance de Ney Matogrosso aos 84 anos traz à tona discussões sobre a longevidade artística e a capacidade de se manter relevante e conectado com o público mesmo após tantas transformações culturais e sociais. Sua presença no festival demonstra que a música é uma linguagem atemporal que pode ser reinventada e celebrada em todas as fases da vida.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Lucas Leawry/Divulgação

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