OceanPact firma contrato de R$ 500 milhões com a Petrobras

Acordo prevê afretamento da embarcação Rochedo de São Paulo.

OceanPact assina contrato de R$ 500 milhões com a Petrobras para afretamento de embarcação.

A OceanPact, com operações voltadas para o suporte marítimo, celebrou um contrato significativo com a Petrobras, totalizando cerca de R$ 500 milhões. O acordo, anunciado em 23 de dezembro de 2025, contempla o afretamento da embarcação Rochedo de São Paulo, que desempenhará um papel crucial no manuseio e manutenção de mangotes de offloading, utilizados para a transferência de petróleo entre diferentes unidades marítimas.

Um marco para a OceanPact

Este contrato representa não apenas um incremento financeiro para a OceanPact, mas também uma reafirmação de sua posição como um dos principais fornecedores de serviços marítimos no Brasil. A embarcação Rochedo de São Paulo, classificada como AHTS-TO (Anchor Handling Tug Supply), será fundamental para atender às demandas operacionais da Petrobras ao longo do litoral brasileiro. A empresa já possui uma frota de 28 embarcações e o maior inventário de equipamentos de resposta a emergências offshore da América Latina.

Contexto do mercado

Recentemente, a OceanPact também firmou outros contratos com a Petrobras, somando cerca de R$ 3,2 bilhões em agosto para afretamento de embarcações do tipo RSV (ROV Support Vessel). Além disso, em setembro, a empresa anunciou dois novos contratos, que totalizam mais de R$ 700 milhões, destinados à execução de serviços de monitoramento ambiental marinho em áreas sob responsabilidade da petroleira. Essas movimentações demonstram um crescimento robusto e uma estratégia focada na ampliação de sua atuação no setor.

O futuro da OceanPact

À medida que a OceanPact continua a expandir sua presença no mercado de operações marítimas, a expectativa é que novos contratos e parcerias sejam formados. A empresa, que está listada na B3 desde 2021, busca não apenas aumentar sua receita, mas também contribuir para a segurança e eficiência das operações no setor de petróleo e gás no Brasil.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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