Operação ‘Fonte de Veneno’ desmantela fábrica clandestina de bebidas em Rio Claro

Casal é preso com R$ 72 mil em negócio ilegal

A operação 'Fonte de Veneno' resultou na prisão de um casal em Rio Claro, que operava uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas. Durante a ação, a polícia apreendeu R$ 72 mil em dinheiro e diversos insumos.

Uma operação da Polícia Civil deflagrada em Rio Claro, São Paulo, resultou na prisão de um casal que operava uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas. A ação, denominada ‘Fonte de Veneno’, ocorreu na quinta-feira, 8 de janeiro, e visou desmantelar um esquema de falsificação que traz sérios riscos à saúde pública.

Contexto da Operação ‘Fonte de Veneno’

A operação foi conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Saúde Pública (Divecar), com o apoio de equipes especializadas. A investigação começou a partir de denúncias que indicavam a existência da fábrica clandestina, que operava em um sítio na zona rural de Ajapi, distrito de Rio Claro. Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça e tinha como objetivo principal a residência do principal suspeito, uma adega e o sítio utilizado para a produção ilegal.

A ação é parte de um esforço contínuo da polícia para combater a produção e distribuição de bebidas falsificadas, que não apenas violam leis de propriedade industrial, mas também colocam em risco a saúde da população. A operação ‘Fonte de Veneno’ busca identificar a origem das bebidas adulteradas e desmantelar toda a cadeia de produção e distribuição.

Detalhes da Prisão e Apreensões

Durante as buscas realizadas no sítio, a polícia encontrou uma quantidade significativa de insumos e materiais utilizados na produção das bebidas. Além disso, foram apreendidos R$ 72 mil em dinheiro, que se presume serem os lucros provenientes das vendas ilegais. Dois veículos e uma motocicleta, utilizados para entregas das bebidas, também foram confiscados. As investigações revelaram que o casal recebia mercadorias sem origem comprovada como pagamento pelas bebidas adulteradas que comercializavam.

O casal, um homem de 29 anos e uma mulher de 26, foi encaminhado à delegacia e autuado por diversos crimes, incluindo aqueles contra a saúde pública e as relações de consumo. A polícia segue em investigação para descobrir outros possíveis envolvidos e apurar a extensão do esquema, que representa não apenas um prejuízo econômico, mas uma ameaça à saúde da comunidade.

A operação sublinha a importância da vigilância contínua contra a falsificação de produtos que podem causar danos irreparáveis à saúde pública. A Polícia Civil reafirma seu compromisso em combater práticas ilegais que comprometam a segurança e a saúde da população.

Fonte: baccinoticias.com.br

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