Três suspeitos foram detidos em operação na Baixada Santista e Jundiaí
Três membros do PCC foram presos por envolvimento no assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes em operação realizada nesta terça-feira.
Prisões ligadas ao assassinato de Ruy Ferraz Fontes
A morte de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, no dia 15 de setembro de 2025, resultou em uma ação policial significativa. Nesta terça-feira (13), três membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) foram detidos por suspeita de envolvimento no crime. O suposto mandante, conhecido como “Azul”, foi preso na Baixada Santista, enquanto os outros dois integrantes foram detidos em Jundiaí e Caraguatatuba.
Motivos e circunstâncias do crime
O assassinato de Ruy Ferraz foi motivado por vingança, segundo as investigações. Ele ocupou cargos importantes na Polícia Civil e na Secretaria da Segurança Pública, onde sua atuação impactou diretamente a facção criminosa. Ruy Ferraz participou de ações que levaram à transferência de líderes do PCC para presídios federais, o que aumentou seu status como alvo da facção.
Detalhes das prisões
Os detidos incluem Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, considerado uma das principais lideranças do PCC, que supostamente ordenou o ataque. Márcio Serapião Pinheiro, conhecido como Velhote, e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, conhecido como Manoelzinho, também foram presos. De acordo com a polícia, Velhote teria fornecido apoio logístico e financeiro ao crime, além de realizar pagamentos a Umberto Alberto Gomes, um dos atiradores mortos em confronto com a polícia no Paraná. Manoelzinho tinha a função de monitorar os movimentos de Ruy Ferraz no dia do assassinato.
O assassinato de Ruy Ferraz Fontes
Ruy Ferraz foi executado enquanto dirigia um Fiat Argo em Praia Grande, perseguido por criminosos em uma SUV. Após uma colisão com um ônibus, ele foi alcançado e morto a tiros. O Samu confirmou sua morte no local. Na época do crime, Ruy estava licenciado da Polícia Civil e atuava como secretário municipal de Administração.
Reações e impacto
O assassinato de Ruy Ferraz gerou grande comoção entre as entidades da polícia e a Secretaria da Segurança Pública, que classificaram o ato como um atentado. Com mais de 40 anos de carreira, Ruy Ferraz era um respeitado profissional da segurança pública, e seu legado ainda é lembrado na luta contra o crime organizado em São Paulo.
Entrevista coletiva
A Secretaria da Segurança Pública deve conceder uma entrevista coletiva nesta terça-feira para atualizar as informações sobre o andamento das investigações e as implicações das prisões realizadas. A ação da polícia é vista como um passo importante na luta contra o PCC e a violência no estado de São Paulo.
Fonte: jovempan.com.br
Fonte: O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes
