Preços de contrato de internet da prefeitura de SP com ONG são questionados

Uma investigação em andamento revelou que a prefeitura de São Paulo pagou à ONG responsável pela instalação de pontos de wi-fi na cidade um valor significativamente elevado. O custo mensal de R$ 1,8 mil por ponto de internet gerou questionamentos sobre a transparência e a eficiência na gestão do serviço público.

De acordo com os dados levantados, o valor cobrado pela ONG é pelo menos duas vezes mais alto do que o praticado pela Prodam, a empresa de tecnologia da informação do município. Essa disparidade nos custos leva a indagações sobre a escolha da entidade para a execução do projeto e a viabilidade econômica do contrato firmado.

A situação levanta preocupações sobre a utilização adequada dos recursos públicos, especialmente em áreas onde a demanda por acesso à internet é crescente. A gestão municipal está sob pressão para justificar os gastos e garantir que a população tenha acesso a serviços de qualidade sem comprometer o orçamento da cidade.

Além disso, a análise do contrato firmado com a ONG poderá resultar em mudanças nas diretrizes de contratação de serviços de tecnologia, visando maior transparência e competitividade. As autoridades municipais afirmam estar atentas às investigações e comprometidas em aprimorar a gestão dos contratos públicos.

A continuidade da investigação pode trazer novos desdobramentos e, possivelmente, implicações legais para os envolvidos. A população aguarda respostas claras sobre a gestão do serviço de wi-fi e a utilização dos recursos destinados a esse fim.

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