Paulo Henrique Costa enfrenta investigações e mandados de busca da Polícia Federal
Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, foi afastado e está fora do Brasil enquanto enfrenta investigações da Polícia Federal.
Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, está nos Estados Unidos
Um dos alvos da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, está atualmente fora do Brasil, nos Estados Unidos. Ele foi afastado por 60 dias pela Justiça nesta terça-feira (18) devido a investigações em andamento que envolvem também o diretor financeiro do banco, Dario Oswaldo Garcia Junior.
O afastamento vem em um momento crítico para o BRB, que enfrenta um mandado de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), foi questionado sobre a situação do banco e afirmou que o governo aguarda uma decisão da 10ª Vara Federal de Brasília, que está sob sigilo. Ele enfatizou a importância de analisar os fundamentos da decisão judicial antes de tomar qualquer providência.
Pressão política sobre o governador Ibaneis Rocha
Fontes próximas ao governo têm sugerido que Ibaneis deve considerar a demissão do presidente do BRB para evitar um desgaste maior em sua gestão. A avaliação é de que a situação precisa ser controlada rapidamente, para que não se torne um problema mais sério. A sensação predominante no GDF é de alívio, especialmente após a intervenção do Banco Central que impediu a compra do Banco Master pelo BRB.
Impedimento na compra do Banco Master
A negociação entre o BRB e o Banco Master, que havia sido aprovada pelo conselho de administração em março de 2025, foi barrada pelo Banco Central. O órgão regulador expressou preocupações sobre a possibilidade de o BRB herdar ativos problemáticos e dívidas não formalmente incluídas no negócio, o que poderia comprometer a sua solidez financeira.
Nota do BRB sobre as investigações
Em resposta à situação, o BRB divulgou uma nota reafirmando que sempre atuou em conformidade com as normas de compliance e transparência, informando regularmente o Ministério Público Federal e o Banco Central sobre suas operações. O banco também ressaltou que não houve prisões relacionadas à operação na manhã desta terça-feira (19) e que a decisão judicial se restringe ao afastamento temporário do presidente e do diretor financeiro por um período de 60 dias.
O BRB continua operando normalmente, assegurando a continuidade dos serviços e a segurança das operações, clientes e parceiros. A instituição reafirma seu compromisso com a ética e a integridade nas suas atividades financeiras.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Banco BRB