Primo ajuda polícia em buscas por crianças desaparecidas em Bacabal

Reprodução/ TV Mirante

Com 8 anos, garoto colaborou na investigação após alta hospitalar e indicou trajeto até cabana perto do rio Mearim

Primo ajuda polícia nas buscas por duas crianças desaparecidas em Bacabal, indicando caminho até cabana próxima ao rio Mearim.

O primo de 8 anos das crianças desaparecidas em Bacabal tem colaborado decisivamente com as buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos. Após 14 dias internado no Hospital Geral, ele recebeu alta e, com autorização judicial, ajudou a polícia indicando o trajeto que percorreu até uma cabana abandonada, conhecida como “casa caída”, localizada a cerca de 50 metros do rio Mearim.

Trajetória e colaboração do primo nas buscas

Encontrado em 7 de janeiro por carroceiros em uma estrada vicinal de Bacabal, o garoto tem sido peça-chave nas investigações. Seu relato detalhado sobre o percurso até a cabana tem orientado as diligências das forças de segurança, permitindo que os agentes concentrem esforços em pontos estratégicos.

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, informou que o menino continuará recebendo acompanhamento psicológico e seguirá colaborando com as autoridades para ajudar na localização dos primos desaparecidos.

Ações das forças de segurança e recursos empregados

As buscas por Ágatha e Allan já completam três semanas, mobilizando efetivos da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão e da Marinha do Brasil. Para aprofundar a investigação, as equipes utilizam cães farejadores que identificaram vestígios da passagem das crianças na região.

Além disso, a Marinha emprega tecnologia avançada, como o side scan sonar, para realizar varreduras subaquáticas em aproximadamente três quilômetros do rio Mearim, ampliando o raio das buscas e aumentando as chances de encontrar pistas relevantes.

Controle de acesso e segurança das operações

Devido à complexidade da operação, as autoridades reforçaram o controle de acesso ao local das buscas, restringindo a entrada de pessoas que não fazem parte da força-tarefa. A imprensa também teve o acesso limitado para preservar a integridade dos trabalhos e garantir a segurança das equipes envolvidas.

Essas medidas visam assegurar que a operação ocorra de forma organizada e eficiente, evitando interferências e possibilitando um foco maior na localização das crianças desaparecidas.

A continuidade das investigações depende das informações fornecidas pelo primo e das evidências coletadas nas buscas terrestres e fluviais. A participação do garoto tem sido fundamental para direcionar os esforços e manter viva a esperança de encontrar Ágatha e Allan.

Fonte: baccinoticias.com.br

Fonte: Reprodução/ TV Mirante

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