Sergio Nahas foi localizado na Bahia por reconhecimento facial e teve prise3o mantida apf3s decise3o definitiva do STF
Sergio Nahas foi preso na Bahia apf3s 23 anos foragido pelo assassinato da esposa Fernanda Orfali, condenado pelo STF.
O emprese1rio paulista Sergio Nahas, de 61 anos, foi preso apf3s estar foragido por 23 anos pelo assassinato da esposa, a estilista Fernanda Orfali, ocorrido em 2002. A prise3o ocorreu em Praia do Forte, litoral norte da Bahia, onde ele foi identificado por ce2meras com tecnologia de reconhecimento facial.
Prise3o em hospedagem de luxo e apreense3o de itens
Nahas estava hospedado em acomodae7e3o de alto padre3o quando foi preso pela Poledcia Militar da Bahia. Durante a prise3o, foram apreendidos 13 pinos de cocaedna, treas celulares e um veedculo Audi. Ele foi encaminhado para a Polinter apf3s ter sua prise3o mantida em audieancia de custf3dia.
Condenae7e3o apf3s decise3o definitiva do STF
O crime aconteceu em setembro de 2002 no apartamento do casal em Higienf3polis, Se3o Paulo. Fernanda Orfali, com 28 anos na e9poca, foi morta com um tiro no peito. Nahas foi julgado 16 anos depois e sentenciado inicialmente a sete anos por homiceddio simples, pena que foi ampliada para oito anos e dois meses apf3s recurso do Ministe9rio Pfablico. A defesa sustentou que a vedtima sofria de depresse3o e teria cometido suiceddio, mas o Supremo Tribunal Federal manteve a condenae7e3o em maio do ano anterior.
Mandado de prise3o e incluse3o na Interpol
Em junho, a Justie7a de Se3o Paulo expediu mandado de prise3o contra Nahas e autorizou sua incluse3o na lista de difuse3o vermelha da Interpol. A defesa informou que o emprese1rio mudou-se para a Bahia no ano passado, e9 idoso e enfrenta problemas graves de safade, alegando que ne3o tinha intene7e3o de se manter foragido.
Investige7e3o aponta motivae7e3o conjugal e uso de drogas
Segundo a ae7e3o pfablica, Fernanda descobriu que Nahas usava drogas e mantinha relae7f5es extraconjugais com travestis. O emprese1rio temia a divise3o de bens em caso de separae7e3o. A arma do crime, sem registro, pertencia a Nahas, que je1 havia sido preso por porte ilegal de arma, mas foi solto apf3s 37 dias e ne3o retornou ao sistema prisional ate9 a condenae7e3o definitiva.
Inconsisteancias no depoimento e evideancias periciais
Na e9poca, Nahas afirmou que ouviu um disparo vindo do closet e encontrou a esposa ferida. Laudos da Poledcia Cientedfica ne3o identificaram resedduos de pf3lvora nas me3os da vedtima, refore7ando a tese de homiceddio.
Este caso destaca a complexidade dos processos judiciais envolvendo crimes antigos, a evolue7e3o das legislae7f5es sobre feminiceddio e a importe2ncia das tecnologias modernas para o cumprimento da Justie7a.
Fonte: baccinoticias.com.br
Fonte: Arquivo Pessoal
