Prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é decretada por Moraes

A medida ocorre em meio a investigações sobre o uso indevido de redes sociais.

O ex-assessor de Jair Bolsonaro foi preso após ser acusado de violar medidas cautelares.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, ordenou a prisão de Filipe Martins, que atuou como assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada em 2 de janeiro de 2026, após Martins ter sido colocado em prisão domiciliar desde 27 de dezembro do ano anterior e estar sob monitoramento eletrônico.

Contexto da prisão de Filipe Martins

Martins, que já cumpre pena de 21 anos por envolvimento em atividades de uma organização criminosa, foi alvo de uma nova determinação judicial por supostamente ter violado as condições de sua liberdade. Moraes havia alertado a defesa de Martins sobre o uso da rede social LinkedIn, solicitando explicações que, uma vez não atendidas, resultariam na prisão preventiva.

Medidas cautelares e suas implicações

As medidas impostas a Martins incluem:
Entrega do passaporte;
Suspensão do porte de armas;
Proibição de contato fora do âmbito legal com pessoas que não sejam advogados;
Proibição de uso de redes sociais.

A denúncia que levou à prisão foi apresentada em 29 de dezembro, alegando que Martins havia utilizado sua conta no LinkedIn para procurar perfis de outras pessoas, o que contraria as ordens do tribunal.

Repercussões e próximos passos

A defesa de Filipe Martins já se manifestou, negando as acusações e a utilização inadequada de redes sociais. A situação gera um novo capítulo nas investigações em torno de figuras ligadas ao governo anterior, refletindo a contínua tensão política no Brasil.

Essa prisão é um indicativo das ações rigorosas que o STF tem tomado em relação a casos de corrupção e desvio de conduta na esfera pública, sinalizando que medidas severas serão aplicadas a quem tenta burlá-las.

Fonte: www.metropoles.com

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