Prisão preventiva do ex-CEO da Hurb é determinada pelo TJ-RJ

Ceo da Hurb

Decisão ocorre após descumprimento de medidas cautelares

João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da Hurb, teve sua prisão preventiva determinada pelo TJ-RJ após descumprir medidas cautelares e tentar embarcar com documento falso.

A recente decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) em relação a João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da Hurb (Hotel Urbano), marca mais um capítulo em uma saga que envolve crimes de furto e descumprimento de medidas judiciais. Mendes, que já havia enfrentado prisão preventiva anteriormente, foi novamente detido devido a uma série de ações que levantam questões sobre a eficácia das medidas judiciais e a segurança pública.

Contexto da Prisão e Medidas Cautelares

Mendes foi preso em abril de 2025, após ser flagrado furtando obras de arte de um hotel de luxo e de um shopping no Rio de Janeiro. Na ocasião, o Ministério Público (MP) o denunciou por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. Após cumprir parte das medidas cautelares impostas pela Justiça, ele foi liberado, mas com a obrigação de usar uma tornozeleira eletrônica, pedir autorização para viagens fora do estado por períodos superiores a 30 dias e comparecer mensalmente ao Juízo, além de apresentar relatórios médicos.

Entretanto, na última segunda-feira, Mendes foi detido no aeroporto de Jericoacoara ao tentar embarcar para São Paulo com um documento de identidade falso e a tornozeleira eletrônica desligada. Essa situação levantou alarmes não apenas pela falsificação, mas também pela evidente falta de respeito às determinações judiciais.

O Pedido de Prisão Preventiva

Com a nova detenção, o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva de Mendes. O MP argumentou que a utilização de um documento falso, a falta de relatórios médicos desde setembro de 2025 e a reincidência em deixar a tornozeleira eletrônica descarregar demonstram um padrão de desrespeito às medidas cautelares. O juiz André Felipe Veras de Oliveira, responsável pela decisão, reconheceu a gravidade dos atos de Mendes e a necessidade de garantir a ordem pública e a aplicação da lei.

Esse caso suscita reflexões sobre a eficácia das medidas cautelares e a necessidade de uma abordagem mais rigorosa para indivíduos que desrespeitam as ordens judiciais. A repetição de descumprimentos por parte de Mendes evidencia uma falha no sistema de monitoramento e na aplicação das penas, além de suscitar preocupações sobre a segurança e a confiança da população no sistema judiciário.

A prisão preventiva de Mendes não apenas representa uma resposta imediata à sua conduta, mas também reflete uma tentativa do sistema judiciário de reafirmar sua autoridade e a importância do cumprimento das normas estabelecidas. Como essa situação evoluirá e quais as implicações para futuros casos semelhantes permanecem questões abertas, mas o episódio com Mendes é certamente um alerta para a necessidade de uma vigilância mais rigorosa no cumprimento de medidas cautelares.

Fonte: jovempan.com.br

Fonte: Ceo da Hurb

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