Queixa de Bolsonaro sobre ar-condicionado gera determinação de Moraes para PF

Fábio Vieira/Metrópoles

Ministro do STF solicita explicações sobre o desconforto do ex-presidente na prisão

Alexandre de Moraes pede informações à Polícia Federal sobre a reclamação de Bolsonaro sobre o barulho do ar-condicionado na prisão.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso, formalizou uma queixa ao STF por meio de sua defesa, solicitando a correção do barulho incessante do ar-condicionado no local onde está detido. O ministro Alexandre de Moraes, que preside o caso, determinou que a Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília apresente uma resposta dentro de cinco dias.

Contexto da Queixa

A reclamação, protocolada na última sexta-feira (2/1), destaca que o ruído do ar-condicionado é contínuo, ocorrendo 24 horas por dia. A defesa argumenta que essa situação tem comprometido o repouso do ex-presidente e, consequentemente, sua saúde física e mental. Os advogados de Bolsonaro afirmam que o barulho gera um ambiente insustentável que pode levar a sérios danos à integridade do custodiado.

Detalhes da Solicitação

  • Natureza do Ruído: Barulho contínuo e perturbador, alegadamente insuportável para o repouso.
  • Impacto na Saúde: A defesa sustenta que a situação ultrapassa o desconforto e se torna uma perturbação contínua, afetando a saúde psicológica e física de Bolsonaro.
  • Conhecimento dos Agentes: Os advogados afirmam que a questão é de conhecimento dos responsáveis pela custódia do ex-presidente.

Bolsonaro cumpre uma pena de 27 anos e 3 meses por sua participação em atividades golpistas, e a defesa está buscando garantir condições mínimas para que ele possa cumprir sua pena sem comprometer sua saúde.

Implicações e Próximos Passos

A solicitação da defesa e a resposta da Polícia Federal poderão ter repercussões significativas no andamento do caso de Bolsonaro. O ministro Moraes, ao solicitar informações, demonstra que o sistema judiciário está atento às condições de detenção do ex-presidente, o que pode influenciar futuras decisões sobre seu encarceramento e possíveis reivindicações de direitos.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Fábio Vieira/Metrópoles

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