Ex-ministro e presidente do Ibram faleceu aos 73 anos após tratamento contra câncer
Raul Jungmann será velado e sepultado em Brasília em cerimônia restrita à família e amigos próximos, após sua morte aos 73 anos.
Raul Jungmann, ex-ministro e atual presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), faleceu aos 73 anos em Brasília, após tratamento contra um câncer no pâncreas. A confirmação da morte ocorreu na noite de domingo, 18 de janeiro de 2026, por meio de nota oficial do Ibram.
Velório e sepultamento reservados
O velório de Raul Jungmann está marcado para esta segunda-feira (19/1), às 15h30, no cemitério Campo da Esperança, em Brasília (DF). Atendendo a um pedido do próprio ex-ministro, tanto a cerimônia de velório quanto o sepultamento serão restritos à família e amigos próximos, preservando a intimidade neste momento de despedida.
Trajetória política e liderança
Natural de Pernambuco, Raul Jungmann construiu uma carreira política sólida e diversificada. Atuou como deputado federal por três mandatos, representando seu estado. No governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente dos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias. Posteriormente, no governo Michel Temer, assumiu os ministérios da Defesa e da Segurança Pública.
Desde 2022, exercia a presidência do Ibram, entidade que representa o setor de mineração no Brasil, cargo que ocupava até o momento de seu falecimento.
Reações e homenagens
Personalidades políticas manifestaram pesar pela morte de Raul Jungmann, destacando sua dedicação e compromisso com o serviço público. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, lembrou a colaboração durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro, ressaltando a competência, lealdade e eficiência que marcaram a atuação do ex-ministro.
A partida de Raul Jungmann representa uma perda significativa para a política brasileira e para o setor mineral, onde sua liderança foi reconhecida e respeitada.
Últimos momentos
Raul Jungmann estava internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde realizava tratamento para o câncer no pâncreas. Seu falecimento encerra uma trajetória marcada por importantes contribuições à vida pública do país, com atuação em áreas ambientais, agrárias, de segurança e defesa.
A cerimônia restrita reflete o desejo de privacidade nesta despedida, mas a trajetória pública de Jungmann permanece como legado para os setores que ele serviu com empenho ao longo de décadas.
Fonte: www.metropoles.com
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