Riscos de objetos presos no ânus exigem atenção médica urgente

Jovem de 19 anos foi hospitalizado após embalagem de desodorante ficar retida no reto durante prática sexual

Jovem de 19 anos foi internado devido a objeto preso no reto, destacando os perigos de objetos presos no ânus e a necessidade de atendimento médico imediato.

Um jovem de 19 anos foi hospitalizado após a embalagem de um desodorante ficar presa no ânus durante uma prática sexual, evidenciando os perigos de objetos presos no ânus e a importância do atendimento médico imediato.

Anatomia e mecanismos que dificultam a remoção

A região anal e retal possui características que facilitam a retenção de objetos. O reto, por exemplo, apresenta movimentos involuntários chamados peristaltismo, que podem empurrar itens para dentro do intestino, tornando a extração manual mais difícil ou até inviável. Além disso, a pressão interna da região pode criar um efeito de vácuo, especialmente na ausência de uma base de segurança no objeto, dificultando ainda mais a retirada.

Riscos associados a objetos presos no ânus

Especialistas em saúde alertam que essas situações podem acarretar riscos significativos, incluindo perfurações, sangramentos, infecções e, em casos graves, a necessidade de intervenções cirúrgicas. Tentativas caseiras de remoção podem agravar o problema e aumentar a gravidade das lesões.

Atendimento e cuidados médicos

No caso do jovem internado, a procura por atendimento hospitalar ocorreu após o conhecimento da gravidade do quadro, que incluía dor e desconforto abdominal. Após exames confirmarem a presença do objeto e sua localização, foi necessária uma intervenção médica especializada para a remoção segura. O paciente recebeu alta sem complicações após o procedimento.

Recomendações para prevenção e ação

Diante do aumento de casos relacionados a objetos presos no ânus durante práticas sexuais, a orientação profissional é clara: evitar o uso de objetos sem base de segurança e procurar imediatamente ajuda médica caso ocorra retenção. O atendimento precoce pode prevenir complicações graves e garantir um tratamento adequado e seguro.

Fonte: baccinoticias.com.br

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