Romário se desfilia do PL e declara apoio a Eduardo Paes na corrida pelo governo do Rio

O senador Romário oficializou sua desfiliação do PL nesta sexta-feira, dia 14. Ele optou por permanecer sem partido por enquanto e afirmou que não há negociações em curso para uma nova filiação. A decisão, Segundo Romário, foi amadurecida ao longo dos últimos meses e representa o fim de um ciclo em sua trajetória política.

Romário afirmou que deixa o PL sem rompimentos pessoais, mantendo o respeito pelas pessoas com quem trabalhou durante o tempo em que esteve na legenda. Em suas palavras, ele expressou: "Tenho respeito pelo PL e pelas pessoas com quem caminhei nos últimos anos. Foi uma decisão pensada, tomada com tranquilidade e sem qualquer questão pessoal. Entendi que este é o momento de encerrar esse ciclo e seguir um novo caminho político. Saio sem briga, sem ressentimento e com respeito por todos".

Apesar de sua saída do partido, o senador destacou que sua prioridade continua sendo o mandato e a representação do Rio de Janeiro no Senado Federal. Ele enfatizou que, para ele, a escolha do partido é apenas uma questão política e que seu compromisso com o estado e com aqueles que o elegeram está acima de qualquer filiação partidária.

No contexto eleitoral do Rio de Janeiro, Romário também anunciou seu apoio à candidatura de Eduardo Paes, do PSD, para o governo do estado. O senador justificou sua escolha ao considerar os desafios que o próximo governador enfrentará e a situação atual do Rio. "Acredito que ele reúne hoje as melhores condições para governar o estado, construir soluções e enfrentar problemas que se arrastam há muitos anos e que até hoje nenhum governador conseguiu resolver. Minha escolha está feita e vou apoiá-lo publicamente", declarou Romário.

O senador mencionou diversas áreas que considera prioritárias para o próximo governo, incluindo segurança pública, saúde, desenvolvimento econômico, educação, moradia e esporte. Ele também ressaltou a importância da defesa dos direitos das pessoas com deficiência e de doenças raras.

Por fim, Romário concluiu afirmando que a política madura envolve a construção de convergências quando há um objetivo maior, que neste caso é melhorar a vida da população do Rio de Janeiro. A decisão de apoiar Eduardo Paes foi tomada dentro dessa perspectiva.

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