O senador Sérgio Moro, do PL, foi ministro durante o governo de Jair Messias Bolsonaro e deixou a gestão com críticas. Ele alega que o presidente pediu para afrouxar o combate à corrupção para proteger seus filhos de investigações.
Após sua saída, Moro ingressou no Podemos, liderado por Álvaro Dias, e se promoveu como candidato à presidência, mas deixou o partido sem cumprir suas promessas, prejudicando seus aliados.
Recentemente, Moro incentivou a jornalista Cristina Graeml a se filiar ao União Brasil, prometendo apoiá-la em uma candidatura ao Senado. No entanto, ele abandonou o partido e se juntou novamente ao PL, sugerindo que Filipe Barros e Deltan Dalagnol, de outros partidos, sejam os candidatos ao Senado.
Essas recorrentes mudanças e promessas não cumpridas geram questionamentos sobre a credibilidade do senador, levando a indagações sobre sua trajetória política e as consequências de suas ações.