A escolha entre receber um inquilino por um período prolongado ou hóspedes por poucos dias envolve mais do que comparar o aluguel mensal com o valor de uma diária. Custos de operação, períodos sem ocupação e disponibilidade para administrar o imóvel influenciam o resultado. No Coronel 1947, empreendimento no Água Verde, em Curitiba, a possibilidade de trabalhar com diferentes durações de locação integra a proposta do projeto.
Localizado na Rua Coronel Dulcídio, 1947, próximo ao Batel e à Arena da Baixada, o edifício foi concebido para atender tanto moradores quanto investidores interessados em locação tradicional ou curta temporada, conhecida como short stay. As unidades compactas e a infraestrutura do entorno são os principais atributos apontados pelos responsáveis pelo empreendimento para esses usos.
“Nossa proposta é oferecer um produto imobiliário flexível, capaz de acompanhar as necessidades do proprietário e as transformações do mercado de locação”, afirma Diego Oliveira, da Soho Incorporadora.
Para quem pretende morar, a região oferece acesso a comércio, restaurantes e serviços. Na curta temporada, a proximidade com a Arena acrescenta a possibilidade de atender visitantes que viajam para jogos, shows e outros eventos. Segundo Oliveira, esses públicos se somam às demais pessoas que procuram hospedagem em uma região com infraestrutura urbana consolidada.
A conta deve considerar o resultado líquido
Antes de definir a modalidade, a orientação é comparar quanto permanece da receita depois de descontadas as despesas. Na avaliação de Oliveira, a locação tradicional tende a oferecer maior previsibilidade mensal durante o contrato, menor rotatividade de ocupantes e uma operação mais simples.
O short stay, por sua vez, pode alcançar receita bruta superior em períodos de maior procura, mas exige uma estrutura de operação mais frequente. Limpeza entre estadias, atendimento aos hóspedes, manutenção, reposição de itens e taxas das plataformas precisam entrar no cálculo. “A principal recomendação é avaliar a rentabilidade líquida de cada modalidade, e não apenas o faturamento potencial”, destaca.
Também devem ser considerados o investimento inicial em mobiliário, decoração e equipamentos, as despesas condominiais e os períodos em que o apartamento poderá ficar vazio. No Coronel 1947, a proposta é permitir que o proprietário avalie essas variáveis e escolha a estratégia compatível com seus objetivos e sua disponibilidade para administrar a unidade.
Eventos são parte da demanda potencial
A proximidade com a Arena da Baixada é um dos argumentos do Coronel 1947 para a locação temporária. Datas de jogos e apresentações podem ampliar o interesse por hospedagem no entorno, mas a análise do investimento precisa contemplar o comportamento da procura ao longo de todo o ano.
Para estimar valores e ocupação, Leonardo Bozzi, sócio da Modulare Engenharia, recomenda observar imóveis semelhantes na região. Metragem, padrão construtivo, mobiliário e serviços disponíveis são critérios que ajudam a tornar a comparação mais consistente.
Na locação tradicional, as referências incluem os aluguéis mensais praticados e o tempo necessário para encontrar um inquilino. Para a curta temporada, entram as diárias, as taxas de ocupação e a sazonalidade. “No short stay, a análise deve considerar as diárias praticadas em imóveis comparáveis, as taxas de ocupação, a sazonalidade e o comportamento da demanda ao longo do ano”, explica Bozzi.
No Coronel 1947, academia, lavanderia coletiva, mercadinho e solarium complementarão as unidades. A proposta é oferecer comodidades úteis tanto para quem estabelece residência quanto para quem permanece temporariamente no edifício.
Administração poderá ser direta ou terceirizada
O modelo previsto para o empreendimento permite que cada proprietário administre seu apartamento ou contrate uma empresa de sua preferência, sem obrigatoriedade de aderir a um operador único. A utilização deverá observar a legislação aplicável, a convenção condominial e o regulamento interno.
A escolha também depende do envolvimento pretendido pelo investidor. Enquanto contratos tradicionais costumam demandar menos atividades recorrentes, a curta temporada exige organizar entradas e saídas, responder a hóspedes e coordenar limpeza e manutenção. Essas tarefas poderão ser terceirizadas, com seus respectivos custos incorporados à avaliação financeira.
“A proposta é que cada investidor tenha liberdade para definir a estratégia de utilização e administração da sua unidade, podendo realizar a gestão diretamente ou contratar uma empresa especializada de sua preferência”, conclui Bozzi.
O Coronel 1947 está localizado na Rua Coronel Dulcídio, 1947, no Água Verde, em Curitiba, e chega ao mercado em outubro de 2026, com entrega prevista para outubro de 2028. A incorporação é da Soho Incorporadora, a execução será realizada pela Modulare Engenharia e o projeto arquitetônico é assinado pelo Studio Mura. Mais informações pelo WhatsApp (41) 98468-6025.