Sistema FAEP amplia presença em conselhos para defender demandas do campo

O Sistema FAEP ampliou, nos últimos três anos, sua participação em conselhos, instituições de pesquisa e fóruns de articulação do setor produtivo. A presença do presidente da entidade, Ágide Eduardo Meneguette, nesses espaços busca levar as necessidades da agropecuária paranaense para a definição de prioridades, propostas, programas e investimentos em áreas como energia elétrica, infraestrutura, pesquisa, treinamentos e políticas públicas.

Segundo Meneguette, cada espaço ocupado é uma oportunidade de discutir as demandas dos produtores rurais. Ele afirma que as parcerias ajudam a construir soluções para problemas que afetam o dia a dia dentro e fora da porteira. O dirigente também destaca que a atuação continuará baseada em diálogo e trabalho técnico para transformar as demandas em avanços concretos.

Atualmente, Meneguette integra o conselho do Centro Internacional de Energias Renováveis, Biogás (CIBiogás), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Nacional), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PR), do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), do Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Estado do Paraná (Fundepec-PR), do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária (Conesa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Territorial). Ele também coordena o G7 Paraná.

Desde janeiro de 2026, Meneguette coordena o G7 Paraná, fórum que reúne entidades representativas do setor produtivo paranaense. Com mandato para o biênio 2026/27, o dirigente participa da articulação de pautas comuns à agropecuária, indústria, comércio, cooperativismo, transportes e demais segmentos representados. A atuação conjunta amplia a interlocução com governos, parlamentares e concessionárias em temas como infraestrutura, logística, tributação e energia elétrica.

No CIBiogás, Meneguette ingressou no Conselho de Administração em outubro de 2025 e foi eleito vice-presidente do colegiado no mesmo mês deste ano. A representação contribui para o desenvolvimento de soluções de biogás e biometano economicamente viáveis para o meio rural. Em maio deste ano, o governo estadual publicou um decreto que isenta do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a aquisição de bens destinados à produção de biometano, biogás, metanol e dióxido de carbono (CO2), estimulando investimentos em Energias Renováveis no meio rural.

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