Tarifas sobre móveis e armários de cozinha têm aumento adiado em um ano

Medida visa aliviar pressão sobre preços e apoiar negociações comerciais.

O aumento das tarifas sobre móveis e armários de cozinha foi adiado em um ano pelo governo Trump, buscando aliviar a pressão sobre os preços.

O aumento das tarifas sobre móveis importados e armários de cozinha foi adiado em um ano, conforme anunciado pelo governo Trump na última quarta-feira. A decisão visa aliviar a pressão sobre os preços e facilitar negociações comerciais com parceiros internacionais.

Cenário Atual das Tarifas

O aumento, que deveria ocorrer em 1º de janeiro de 2026, iria dobrar a tarifa sobre armários de cozinha e vanidades, elevando-a para 50%. Além disso, a tarifa sobre móveis estofados, como sofás e cadeiras, aumentaria de 25% para 30%. Com o adiamento, as tarifas permanecem em 25%, o que é um alívio para os consumidores em um momento em que os preços do mobiliário têm superado a inflação.

Impacto no Mercado

A decisão do governo reflete uma preocupação crescente com a acessibilidade dos produtos. Em novembro, os preços de móveis para salas de estar, cozinhas e salas de jantar subiram 4,6% em comparação ao ano anterior, enquanto o índice de preços ao consumidor aumentou apenas 2,7%. Isso indica que os consumidores estão sentindo a pressão dos preços crescentes em suas compras diárias.

Principais pontos do adiamento: Tarifas sobre armários de cozinha e vanidades: mantidas em 25%. Tarifas sobre móveis estofados: mantidas em 25%. Medida visa facilitar negociações comerciais e combater a inflação.

O Futuro da Indústria

Quando as tarifas foram inicialmente anunciadas em setembro, o presidente Trump destacou a intenção de revitalizar a fabricação de móveis nos Estados Unidos, especialmente na Carolina do Norte, que perdeu metade de seus empregos na indústria entre 1999 e 2009 devido à concorrência da Ásia. O adiamento das tarifas pode ser visto como um passo para equilibrar a proteção da indústria local e a necessidade de manter os preços acessíveis para os consumidores.

O governo declarou que continuará a se engajar em negociações produtivas com parceiros comerciais, buscando abordar preocupações sobre a reciprocidade comercial e a segurança nacional em relação às importações de produtos de madeira. Essa abordagem sugere uma tentativa de encontrar um equilíbrio entre proteger os interesses econômicos do país e garantir que os consumidores não sejam sobrecarregados por preços elevados em um mercado já tumultuado.

Fonte: www.cbsnews.com

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