Suspeita de crimes, Amanda nega envolvimento e relata tentativa de homicídio no Hospital Anchieta
Técnica de enfermagem Amanda Rodrigues, presa sob suspeita, acusa colega de tentativa de assassinato no Hospital Anchieta, no Distrito Federal.
A técnica de enfermagem Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, está no centro de uma investigação após ser presa sob suspeita de envolvimento em mortes de pacientes no Hospital Anchieta, localizado em Taguatinga, Distrito Federal. Em uma reviravolta, Amanda acusa um colega de trabalho, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de tentar assassiná-la durante sua internação para recuperação de uma cirurgia bariátrica.
A acusação de tentativa de homicídio
Amanda relatou que, enquanto estava internada no Hospital Anchieta, recebeu uma medicação aplicada por Marcos Vinícius que provocou uma forte aceleração cardíaca, o que a defesa classifica como tentativa de homicídio. Uma enfermeira-chefe de plantão percebeu a situação e questionou o acesso do técnico ao local, interrompendo a ocorrência. O caso levanta dúvidas sobre o ambiente interno na unidade hospitalar e as relações entre os profissionais.
Negativa de envolvimento nos crimes
A defesa de Amanda afirma que ela é inocente e que não participou nem presenciou as irregularidades investigadas, incluindo a aplicação de detergente em pacientes que levaram a várias paradas cardíacas. Segundo o advogado, Amanda não estava de plantão no dia da morte de um paciente específico, o carteiro Marcos Raymundo, um dos principais casos sob apuração. As imagens divulgadas até o momento foram consideradas pela defesa como selecionadas e sem comprovar implicação da técnica.
Relação pessoal e profissional
Segundo relatos da defesa, Amanda e Marcos Vinícius mantiveram um relacionamento extraconjugal durante o período em que trabalharam juntos, o que, segundo ela, envolveu manipulação e engano. Amanda começou a trabalhar no Hospital Anchieta em janeiro de 2025, conhecendo Marcos em fevereiro do mesmo ano.
Histórico profissional e imagem pública
Amanda Rodrigues também atuou por breve período no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) durante a pandemia de Covid-19, onde trabalhou apenas oito dias em 2020. Em redes sociais, ela se apresenta como mãe, cristã e profissional com especializações em atuação em unidades de terapia intensiva, além de compartilhar conteúdos religiosos e imagens com sua filha.
Contexto das investigações
As autoridades continuam apurando os casos de mortes suspeitas na UTI do Hospital Anchieta, onde os técnicos de enfermagem estão no foco das investigações. Além da possível aplicação de substâncias inadequadas, o caso revelou tensões internas e suspeitas de conluio entre funcionários, levantando preocupações sobre segurança e fiscalização dentro das instituições de saúde.
Fonte: baccinoticias.com.br
Fonte: Amanda Rodrigues de Sousa