Toffoli determina envio de materiais do caso Banco Master à PGR

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Ministro do STF altera decisão e ordena custódia dos itens apreendidos na Operação Compliance Zero à Procuradoria-Geral da República

Toffoli revê decisão e determina que materiais do caso Banco Master sejam custodiados pela PGR para preservação e perícia.

Contexto da decisão de Toffoli sobre os materiais do caso Banco Master

No dia 14 de janeiro de 2026, o ministro Dias Toffoli, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, revisou sua decisão inicial referente à custódia dos materiais apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master. A nova determinação ordena que os dispositivos e documentos recolhidos pela Polícia Federal sejam transferidos da sede do STF para a Procuradoria-Geral da República (PGR). Esta ação visa garantir a correta preservação e perícia do conteúdo, assegurando que os aparelhos permaneçam eletricamente carregados, mas desacoplados de redes telefônicas e wi-fi, conforme a orientação judicial.

Operação Compliance Zero: avanços e alvos principais da investigação

A Operação Compliance Zero, deflagrada em 14 de janeiro de 2026, teve como foco apurar um suposto esquema fraudulento envolvendo o Banco Master. Foram cumpridos mandados contra 42 alvos, entre eles o empresário Daniel Vorcaro, proprietário da instituição financeira, e o investidor Nelson Tanure. As diligências incluíram busca e apreensão em diversos endereços ligados aos investigados, além da prisão temporária de Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, destacando a complexidade e amplitude das investigações. A Polícia Federal também bloqueou bens e sequestrou valores que ultrapassam R$ 5,7 bilhões, incluindo veículos de luxo e armas apreendidas.

Importância da decisão para a continuidade das investigações e preservação das provas

A mudança determinada pelo ministro Toffoli representa um avanço processual, permitindo que a PGR assuma a custódia dos materiais apreendidos para garantir a integridade e segurança das provas. Esta medida possibilita que os equipamentos permaneçam em condições ideais para extração e análise pericial, evitando riscos de deterioração ou manipulação inadequada. Com a PGR responsável pela guarda, espera-se maior celeridade e eficácia na apuração dos fatos, alinhando recursos e expertise para aprofundar as investigações.

Impactos jurídicos e financeiros decorrentes das medidas de bloqueio e prisões

Além da custódia dos materiais, o ministro autorizou a expedição de carta de ordem para o Juízo Federal da 8ª Vara Criminal de São Paulo, com o objetivo de efetivar o sequestro e bloqueio dos bens de pessoas físicas e jurídicas envolvidas. As ações judiciais relacionadas ao caso Banco Master refletem um esforço concentrado para coibir a prática de ilícitos financeiros e recuperar recursos desviados. O bloqueio de valores vultosos e a prisão temporária de envolvidos indicam a gravidade das suspeitas e o comprometimento das autoridades em combater fraudes contra o sistema financeiro.

Repercussão e próximos passos no caso Banco Master

A decisão de Toffoli e os desdobramentos da Operação Compliance Zero evidenciam um cenário de investigação robusta e multifacetada, com impacto direto no mercado financeiro e na confiança das instituições envolvidas. A transferência da custódia para a PGR sinaliza uma etapa crucial para a análise detalhada dos elementos probatórios, imprescindível para o desenvolvimento processual. O andamento das investigações dependerá da continuidade das diligências e do aprofundamento das perícias, com expectativa de novas medidas judiciais conforme forem identificados responsáveis e práticas ilícitas.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: m relacionada ao caso Banco Master

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