Trump administration reviews shooting of nurse Alex Pretti amid controversy

Adam Gray/AP

Federal authorities investigate incident as political tensions rise over use of force

Trump administration reviews shooting of nurse Alex Pretti in Minneapolis as outrage grows and political scrutiny intensifies.

O presidente Donald Trump afirmou que a administração está revisando o disparo fatal contra Alex Pretti, um enfermeiro de terapia intensiva de 37 anos, ocorrido durante uma ação de fiscalização de imigração em Minneapolis. Trump evitou comentar se o agente federal que efetuou o disparo agiu corretamente, declarando apenas que o caso está sob análise para uma determinação futura.

Contexto do incidente e controvérsias

O episódio aconteceu em meio a protestos na região de Minneapolis, onde agentes federais de imigração atuavam. Pretti foi morto após ser atingido por tiros disparados por um oficial de imigração, que, segundo autoridades, respondeu a uma resistência violenta. No entanto, vídeos amplamente divulgados contradizem essa versão, mostrando que Pretti não parecia estar armado no momento em que foi abordado e baleado.

Trump criticou Pretti por portar uma arma de fogo carregada durante a manifestação, mencionando que ele tinha um revólver com dois carregadores adicionais, afirmando que essa situação “não ajuda”. Apesar disso, Pretti possuía permissão legal para portar a arma.

Reações políticas e investigações em curso

O incidente provocou uma onda de protestos e críticas, não só entre opositores democratas, mas também entre membros do Partido Republicano, que têm solicitado investigações aprofundadas sobre as táticas dos agentes federais em Minnesota. Andrew Garbarino, presidente republicano do Comitê de Segurança Interna da Câmara, requisitou depoimentos dos líderes do ICE, da Alfândega e Proteção de Fronteiras e do Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA.

Outros legisladores republicanos, incluindo Michael McCaul, Thom Tillis, Bill Cassidy, Susan Collins e Lisa Murkowski, também pressionam por esclarecimentos, evidenciando uma divisão interna no partido sobre o manejo do caso. Governadores republicanos expressaram preocupação, refletindo um debate intenso sobre o uso da força federal.

Posicionamento de grupos e lideranças

A National Rifle Association (NRA), por meio de comunicado, repudiou afirmações que justificam o uso letal da força apenas pela presença de uma arma, defendendo uma investigação completa antes de conclusões precipitadas. Marjorie Taylor Greene apoiou a atuação das forças de segurança, mas ressaltou o direito legal à posse de armas e a liberdade de protesto pacífico e filmagem.

Por outro lado, líderes democratas ameaçam bloquear o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS) caso o projeto de lei em tramitação no Senado não inclua reformas para restringir as ações dos agentes federais durante operações de deportação. O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, afirmou que os democratas não votarão a favor do financiamento enquanto persistirem essas condições.

Implicações para o governo Trump e política migratória

A administração Trump enfrenta crescente pressão para justificar a atuação de seus agentes federais e rever suas políticas de imigração e aplicação da lei. O presidente indicou que, em algum momento, os agentes federais deixarão a área de Minneapolis, reconhecendo o trabalho realizado até agora, mas sinalizando uma possível retirada futura.

O impasse político e a repercussão pública sobre o incidente de Alex Pretti revelam um cenário complexo em que questões de segurança, direitos civis e políticas de imigração convergem, desafiando a administração e o Congresso dos EUA a encontrar respostas e soluções.

Imagens e vídeos do incidente continuam circulando amplamente, alimentando o debate público sobre o uso da força e os limites da atuação federal em solo americano.

Fonte: www.theguardian.com

Fonte: Adam Gray/AP

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