Trump intensifica ameaças a cinco países após ataque à Venezuela

A agressividade do presidente dos EUA se volta contra Cuba, México, Colômbia, Irã e Groenlândia.

Trump intensifica ameaças contra Cuba, México, Colômbia, Irã e Groenlândia após ataque à Venezuela.

Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram um ataque militar em Caracas, capturando o presidente Nicolás Maduro. Desde então, o presidente Donald Trump começou a adotar um discurso agressivo, mirando em cinco nações: Cuba, México, Colômbia, Irã e Groenlândia. A situação aumentou as tensões diplomáticas, fazendo com que o mundo temesse novos conflitos.

A ofensiva militar e suas justificativas

O ataque à Venezuela foi inicialmente apresentado como uma ação contra o tráfico internacional de drogas. Contudo, logo se tornou claro que havia interesses econômicos por trás da ofensiva, especialmente em relação às vastas reservas de petróleo do país. Trump, em declarações, afirmou que os EUA iriam controlar essas reservas, intensificando o clima de insegurança na região.

Ameaças direcionadas a Cuba

Cuba se tornou um dos principais alvos de Trump. O presidente dos EUA declarou que o país deve negociar um acordo ou não terá mais “petróleo e dinheiro”. Essa pressão se intensifica em um contexto de embargo econômico que já dura décadas, atingindo diretamente a economia cubana. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, respondeu que não há negociações em andamento, exceto em questões técnicas de imigração.

Relações tensas com o México

Trump também direcionou suas ameaças ao México, prometendo ações contra cartéis de drogas. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, afirmou que teve um diálogo produtivo com Trump, onde o respeito à soberania nacional foi discutido. No entanto, a tensão permanece, com a possibilidade de intervenções sendo constantemente mencionada.

Colômbia sob a mira de Trump

Após o ataque à Venezuela, a Colômbia se tornou um alvo frequente das declarações de Trump. Ele descreveu o país como “muito doente” e critica abertamente o presidente Gustavo Petro, acusando-o de ligações com o tráfico de drogas. A situação se agrava, pois Petro alertou sobre a possibilidade de resistência armada contra qualquer ação militar dos EUA.

Groenlândia: uma questão de domínio

Trump não hesita em falar sobre a anexação da Groenlândia, afirmando que os EUA precisam do território independentemente da vontade dos dinamarqueses. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, alertou que um ataque ao território significaria o fim da OTAN, enquanto o governo da Groenlândia se prepara para garantir sua defesa sob a coordenação da aliança militar.

Tensão crescente com o Irã

As ameaças de Trump se estenderam também ao Irã, onde a situação interna é crítica, com protestos e repressão violenta. Trump anunciou que qualquer país que negociar com o Irã sofrerá retaliações econômicas significativas, aumentando ainda mais as tensões na região. As declarações de Trump refletem um cenário de crescente hostilidade e a possibilidade de intervenções militares se não houver mudanças imediatas.

A situação global permanece instável, com líderes mundiais observando atentamente as ações de Trump e as reações dos países ameaçados.

Fonte: www.metropoles.com

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