Presidente dos EUA alerta sobre intervenções se violência contra manifestantes continuar
Trump analisa opções militares no Irã e alerta sobre consequências da violência.
Análise das opções militares no Irã
No dia 11 de janeiro de 2026, o presidente Donald Trump recebeu informações sobre novas opções de ações militares no Irã. A decisão foi confirmada por um alto funcionário dos EUA em meio ao crescimento das manifestações contra o regime iraniano, que já resultaram em mais de 538 mortes e 10.600 prisões, segundo ativistas. O governo dos EUA acompanha de perto a situação, enquanto Trump delineou sua linha vermelha, afirmando que se o governo iraniano continuar a “matar pessoas como fizeram no passado, nós nos envolveremos.”
Apoio aos manifestantes
Trump não hesitou em expressar apoio aos protestos, afirmando que “o Irã está buscando LIBERDADE, talvez como nunca antes. Os EUA estão prontos para ajudar!!!” Essa frase foi publicada em suas redes sociais, destacando a disposição da administração em agir em resposta à crescente repressão. A situação se intensificou, com os protestos se espalhando pelo país e desafiando as autoridades teocráticas.
Consequências de uma ação militar
Embora Trump tenha recebido opções militares, não houve movimentação de tropas até o momento. As capacidades dos EUA incluem potenciais ataques cibernéticos, conforme um oficial confirmou. Além disso, a administração Trump apoiou a decisão de Elon Musk em disponibilizar terminais Starlink no Irã, facilitando a comunicação dos manifestantes em meio a um apagão de internet.
Reações internacionais e ameaças
As autoridades iranianas, por outro lado, reagiram com ameaças. O porta-voz do parlamento, Mohammad Bagher Qalibaf, declarou que, se os EUA atacarem o Irã, tanto as forças militares dos EUA quanto as de Israel se tornarão alvos legítimos. Essa retórica reflete a tensão crescente entre as duas nações, exacerbada pela situação interna no Irã.
Opiniões divergentes sobre a intervenção
O senador democrata Tim Kaine alertou que qualquer ação militar dos EUA poderia ser um “erro colossal”, sugerindo que isso daria ao regime iraniano uma justificativa para desviar a culpa de suas falhas. Ele enfatizou a importância de manter a pressão das sanções, que já demonstraram eficácia em outros contextos, como na Síria.
O futuro das relações EUA-Irã
Com 2.000 tropas americanas estacionadas no Iraque e forças adicionais na região, a possibilidade de um aumento nas tensões militares permanece. Em meio a essa complexidade, as autoridades dos EUA continuam a monitorar a situação, enquanto os protestos no Irã desafiam a estrutura do regime teocrático. As manifestações, que começaram no final de dezembro, evoluíram de uma insatisfação econômica para um chamado mais amplo por mudança política.
Conclusão
À medida que a situação no Irã continua a se desenvolver, o mundo observa atentamente as ações e decisões que o governo dos EUA tomará. As opções militares estão na mesa, mas as implicações de tais ações são profundas e complexas, exigindo uma análise cuidadosa sobre os próximos passos a serem dados.
Fonte: www.cbsnews.com
Fonte: Margaret Brennan
